domingo, 30 de dezembro de 2012



Como se Parece o Desvio?

No seu livro, Revival (Avivamento), Richard Owen Roberts apresenta 25 evidências de uma condição desviada. Ele elabora cada uma delas, mas eu vou apenas dar-lhe os pontos aqui. Considere-os seriamente.

1. Quando a oração deixa de ser uma parte vital de uma vida cristã professa, o desvio está presente.

2. Quando a busca pela verdade bíblica cessa e a pessoa se torna contente com o conhecimento de coisas eternas já adquirido, não pode haver dúvida quanto à presença do desvio.

3. Quando o conhecimento bíblico possuído ou adquirido é tratado como um fato externo e não aplicado internamente, o desvio está presente.

4. Quando pensamentos ardentes sobre as coisas eternas deixam de ser regulares e consumidores, isso deveria ser como um sinal de alerta para o desviado.

5. Quando os cultos da igreja perdem seu deleite, uma condição de desvio provavelmente existe.

6. Quando discussões espirituais profundas são um constrangimento, há certamente uma evidência de desvio.

7. Quando os esportes, a recreação e o entretenimento são uma parte grande e necessária de seu estilo de vida, você pode concluir que está ocorrendo um desvio.

8. Quando os pecados do corpo e da mente podem ser praticados sem uma revolta na sua consciência, a sua condição de desviado é certa.

9. Quando as aspirações por uma santidade semelhante à de Cristo param de dominar sua vida e seu pensamento, o desvio está ali.

10. Quando a aquisição de dinheiro e bens materiais se torna uma parte dominante de seu pensamento, você tem uma clara confirmação de desvio.

11. Quando você pode pronunciar canções e palavras religiosas sem o coração, tenha certeza de que o desvio está presente.
12. Quando você pode ouvir o nome do Senhor ser tomado em vão, questões espirituais ridicularizadas e questões eternas tratadas de forma frívola, sem ser levado à indignação e ação, você está desviado.

13. Quando você pode assistir a filmes e programações de televisão degradantes e ler literaturas moralmente debilitantes, você pode estar seguro de seu desvio.

14. Quando quebras de paz na irmandade não são motivo de preocupação para você, isso é uma prova de desvio.

15. Quando a menor desculpa parece suficiente para afastar você do dever e da oportunidade espiritual, você está desviado.

16. Quando você fica satisfeito com sua falta de poder espiritual e não mais busca repetidos revestimentos de poder do alto, você está desviado.

17. Quando você desculpa seu próprio pecado e preguiça dizendo que o Senhor entende e lembra que somos pó, você revela sua condição de desviado.

18. Quando não há mais música em sua alma e em seu coração, o silêncio testifica de seu desvio.

19. Quando você se ajusta alegremente ao estilo de vida do mundo, seu próprio espelho vai lhe dizer a verdade sobre seu desvio.

20. Quando a injustiça e a miséria humana existem ao seu redor e você não faz nada para aliviar o sofrimento, fique certo de seu desvio.

21. Quando a sua igreja caiu em declínio espiritual e a Palavra de Deus não é mais pregada ali com poder e você permanece satisfeito, você está em uma condição de desviado.

22. Quando a condição espiritual do mundo declina ao seu redor e você não consegue percebê-lo, isso é testemunho da sua situação de desvio.

23. Quando você está disposto a enganar seu empregador, o desvio é patente.

24. Quando você se acha rico em graça e misericórdia e se maravilha com sua própria piedade, então você caiu profundamente em desvio.

25. Quando suas lágrimas estão secas e a realidade espiritual dura e fria de sua existência não é suficiente para fazê-las rolar, veja isso como um terrível testemunho da dureza de seu coração e da profundidade de seu desvio.
(extraído de Revival [Avivamento], Richard Owen Roberts)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012



A força do amor!



Em três dias devorei o livro recontado do grande escritor francês Victor Hugo: "Os miseráveis".  Não é propriamente o livro original mas uma versão recontada/sumariada para a língua portuguesa. Os personagens principais desse livro são: Jean Valjean, Jarvet  e Cosete.

Jean perde os pais ainda criança, sendo criado pela irmã. Quando ela fica viúva com sete filhos para criar, ele começa a ajuda-la. Um inverno, porém, ele não consegue emprego. Desesperado ele rouba um pão. É pego e condenado a 10 anos de trabalhos forçados, que acrescidos de diversas fugas, tornam-se 19 anos.



Jarvet é o inspetor e totalmente cego pela lei e pela ordem e dedica a sua vida a combater o crime e a perseguir aqueles que são criminosos. Por ver o mundo em preto e branco não dar quaisquer mostra de compaixão genuina pelo humanos, define-se como o principal inimigo de Jean. 

 Cosete é uma pobre criança amplamente maltratada e desamparada pela casal que a acolhe a pedido de Fantine, sua mãe. De uma frágil e assustada menina, Cosete  passa, sob a guarda de Jean Valjean. 


       Neste livro percebe um homem que por uma necessidade –Jean -, fome, ousou roubar pão para os sobrinhos que passavam fome, entretanto foi preso e nisso pegou 19 anos de cadeia. Nesse tempo se tornou  insensível, acostumado com a maldade e as adversidades da vida. É expulso de todos os lugares, pelo simples fato de ser um ex-presidiário. 

Até que se deparou por um bispo benigno, que o tratou com humanidade e ternura e lhe disse para fazer o bem e não o mal! Diante da bondade este homem foi tocado profundamente e a sua vida sofreu uma metamorfose. Abriu uma fábrica numa determinada cidade francesa, tornou-se empresário e prefeito da cidade.

Por causa da bondade recebida do bispo, doravante, bondade e não a maldade tornou-se a sina desse homem. Com isso a gente percebe o quanto é necessário receber toque de bondade e de esperança diante de um mundo sobrecarregado na maldade e na condicionalidade do modelo da lei de Talião: olho por olho e dente por dente.

Mas esse personagem – Jean - era constantemente perseguido pelo passado: ex-condenado, ou seja, prisioneiro e, para piorar, fugitivo da justiça. Javert era o policial que o perseguia constantemente e sem cessar. O que aprendemos com isso: sempre haverá alguém que vai duvidar da nossa mudança, operada pelo Espírito Santo em nós. Enquanto Jean procurava viver acima da circunstancia, pagar o mal com o bem, o policial escrupuloso, legalista, e perseguidor vivia numa concepção que “pau que nasce torto morre torto”.

Cosete, uma menina, abandonada pela mãe por causa da extrema pobreza e que fora dada a uma familia mercenária e sem principio. Mas o nosso personagem - Jean - apareceu na sua vida para resgatá-la dessa vida pregresssa e sem futuro: dando-lhe futuro e dignidade.

O que posso compreender diante dessa literatura: sempre haverá toques de misericórdia apesar de um mundo cujo principio é a essência da maldade. Sempre devemos desconfiar dos legalismos, da justiça extremada, jamais devemos ser demasiadamente severos. E, quanto a menina Cosete - acostumada com a maldade, com a indiferença, com a ruindade - foi resgatada e a sua vida transformada por um homem transformado pela boa ação do padre Benvides.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012


Esperança que supera a tentação.  1 Pedro 1:13-20.

Introdução: a sedutora mentalidade do cosmo.
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    Em João 17:14-15: Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. MUNDO: Jesus estava falando sobre uma filosofia que envolve os habitantes da terra. Cristo não se referia a um lugar, mas a um sistema, que encontra suas origens no próprio inimigo (1 João 2:15-17). Trata-se de um sistema mundial manipulado pela penetração de Satanás e seus demônios, que movem as cordas para atingir os objetivos perversos do adversário.

·        Então, qual é o sistema? Qual é a sua filosofia? Qual é o sistema de referencia do cosmo – seu pensamento, suas atividades, suas metas? È um sistema que opera separadamente de Deus e em desacordo com Ele. Foi projetado para nos atrair, para nos seduzir com sua aparência resplandecente de fama, fortuna, poder e prazer.

·        Kosmos se refere a um sistema ordenado do qual Satanás é o cabeça, seus anjos caídos e demônios são seus emissários e os não salvos da espécie humana são seus súditos. Muito nesse sistema mundial é religioso, cultural, refinado e intelectual. Contudo, ele é anti-Deus e anti-Cristo.

1)    Desafio para ser diferente.

·        VIVENDO EM SANTIDADE (1 Pe 1:13-16). Perceba a força de suas sentenças: Cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça. Hoje, podemos dizer: “Tenha postura!”; “leve a vida a sério!”. E, então, declaramos o argumento decisivo de Deus, que diz, em essência: “Seja santo como Eu sou”.
·        O que é santidade? Não é obedecer a regras. Santidade consiste em absorver os valores dignos de outra pessoa. Quando andamos com alguém, especialmente alguém que amamos e admiramos, é normal que comecemos a absorver os valores daquela pessoa: assumimos seus trejeitos, sua maneira de falar, de se comportar, de agir. A medida que gastamos tempo com Jesus, os seus valores santos vão sendo incorporados a nós, e passam a fazer parte de nossa natureza: isto é santidade (1 Jo 4:18). Ser santo, portanto, é absorver os valores da pessoa que voce mais ama e admira: Jesus!

·        ANDANDO EM TEMOR ( 1 PE 1:17). Hoje não ouvimos muito sobre o temor do Senhor, e alguns, quando ouvem , lembram apenas da imagem de um pregador fervoroso, esmurrando o púlpito. NTH: Portanto, durante o resto da vida de voces aqui na terra tenham respeito a ele. Assim, a questão é: se vamos dirigir-nos a Deus como Pai, devemos conduzir-nos na terra de uma forma que reflita nosso respeito, nossa reverencia a Ele (Rm 14:12).
·        Um teste de A.W. tozer: “quem quiser conhecer sua verdadeira condição pode faze-lo verificando quais foram os seus pensamentos nas últimas horas ou dias. Em quem voce pensou nestas últimas horas do dia de hoje? Em que pensou quando estava livre para pensar o que lhe agradasse? Para o que se voltou o íntimo do seu coração quando estava livre para voltar-se para onde quisesse? Quando o pássaro do pensamento foi posto em liberdade, voou para longe, como o corvo, para pousar sobre as carcaças flutuantes ou, como a pomba, circulou e voltou para a arca de Deus? É fácil realizar este teste, e se formos sinceros conosco, poderemos descobrir não só o que somos, mas também o que vamos ser. Logo seremos a suma dos nossos pensamentos voluntários”.

·        FOCANDO SUA MENTE. (1 Pe 1:18-20). O que Cristo fez por nós? A primeira coisa que Cristo fez por nós foi livrar-nos da escravidão, de um estilo de vida fútil. Que tivéssemos conhecimento disso ou não, estávamos presos a um viver que nos oferecia apenas prazeres vazios e desejos que nos levavam a becos sem saída.  A única forma de sermos libertos daquela escravidão era alguém nos redimir. Esse resgate foi pago por Cristo, não com ouro nem com prata, mas com Seu sangue precioso.
·        A segunda coisa que Cristo fez por nós foi aproximar-se e fazer-se conhecido; Ele, que foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo,  mas manifestado, nestes últimos tempos, por amor de nós; e por ele cremos em Deus...para que a nossa fé e esperança estivessem em Deus (1 Pe 1:20-21). Como é a vida sem Cristo (1 Pe 4:3-4).  

2)    TÉCNICAS PARA LEMBRAR.
·        1) Preste muita atenção para aquilo que olha. Isso nos remete ao texto de 1 Pedro 1:13, no qual lemos que devemos preparar nossa mente para a ação, mantendo-nos sóbrios no espírito e fixando nossa esperança completamente na graça revelada em Jesus Cristo.  A Biblia diz que Moisés, pela fé, abriu mão dos passageiros prazeres do pecado para caminhar com o povo de Deus (Hb 11:24-26).
·        2) PENSE MAIS NAS CONSEQUENCIAS DO PECADO DO QUE EM SEUS PRAZERES. Uma das características do cosmo é que ninguém jamais menciona o lado feio dos prazeres pecaminosos.  O que o pecado causa: Entristece o Senhor; teremos que prestar conta dos nossos atos; magoar a esposa ou esposo, perdendo a confiança; magoar os filhos; destruir a credibilidade; dar espaço para o diabo me acusar, etc.
·        3) COMECE CADA DIA RENOVANDO SEU SENSO DE REVERENCIA A DEUS. Inicie o seu dia conversando com o Senhor, mesmo que essa primeira conversa tenha de ser breve.
·        4) PERIODICAMENTE AO LONGO DE CADA DIA CONCENTRE TOTALMENTE EM CRISTO.  Separe deliberadamente alguns minutos todos os dias para que seu olhar se perca, para que voce não se dê onde está, para que o toque do telefone não signifique nada porque voce está totalmente concentrado em Cristo.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012


A chamada de Jeremias – Jr 1:5,6-8,18.

·        Quanto a biografia de Jeremias sabemos pouco: o nome de seu pai, Hilquias; a vocação deste sacerdote e o local de nascimento, Anatote.

·        “a minha identidade ( “quem sou eu”) não tem inicio quando começo a me compreender. Há algo anterior que me leva a refletir sobre mim, e é o que Deus pensa a meu respeito”.

1)    SOU APENAS UM JOVEM!

·        A missão que Jeremias recusou foi a de ser um profeta, duas convicções: DEUS VIVE E É PESSOAL E ATIVO.

·        O mundo está atravessando um momento difícil e complexo: “a função do profeta é convocar as pessoas a viverem bem, da forma certa – a serem humanos”. Não podemos ser humano se não temos relação com Deus!

·        UM PROFETA leva as pessoas a conhecer a Deus; quem Ele é, suas características, palavras e ações.
·        o Profeta suscita nossa ira ao rejeitar nossos eufemismos, revelar nossos disfarces (hipocrisias)  e, então, trazendo à tona nossos atos mais cruéis e motivos egoístas, exibindo-os onde todos possam ver”.

2)    ALEGANDO INCAPACIDADE, CASUÍSMO.

·        “...Ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma criança”.
·        OU SEJA, Nossas desculpas, para fugirmos do chamado de Deus: “Eu não tenho experiência, sou apenas uma dona de casa; não fiz nenhum curso de teologia; sou apenas um humilde pregador e não tenho suficiente escolaridade; não tenho tempo disponível, me falta autoconfiança!”

·        Subterfúgios: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerás?” (Jr 17:9).
·        Existe uma enorme diferença entre o que nós pensamos que podemos fazer e o que Deus nos chama a realizar.

·        NÃO DIGAS: Não passo de uma criança, porque a todos a quem eu te enviar irás, e tudo quanto eu te mandar falarás, porque eu sou contigo para te livrar, diz o Senhor. Eis que ponho na tua boca as minhas palavras. Olha que hoje te constituo sobre as nações sobre os reinos para arrancares e arruinares e também para edificares e plantares (Jr 1:9-10). Verbos: arrancar, derribar, destruir, arruinar, edificar e plantar.

3)    DUAS VISÕES
3.1) VARA DE AMENDOEIRA.
·        “veio ainda a palavra do Senhor, dizendo: Que vês tu, Jeremias? Respondi: vejo uma vara de amendoeira. Disse-me o Senhor: Viste bem, porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir” (Jr 1:11-12).

·        A amendoeira é uma das primeiras árvores a florescer na região da Palestina. Enquanto a terra ainda está sob os efeitos gélidos do inverno, as acalentadores flores surgem naturalmente, sem avisar, surpreendendo-nos com a promessa da primavera.

·        “Por que eu velo sobre a minha palavra para cumprir”. Estas palavras, como a flor da amendoeira, são promessas, uma antecipação do que está para acontecer. Elas se transformam em algo. Amendoeira (hebraico: Shaqued) e Velo (shoqued): na língua hebraica são parecidas. 

·        Ou seja, Estou velando a minha palavra como um pastor vela por seu rebanho. Nenhuma das palavras, que me ouviste dizer deixará de se cumprir.

3.2) PANELA DE ÁGUA FERVENTE.

·        Outra vez, me veio a palavra do Senhor, dizendo: que vês? Eu respondi: vejo uma panela ao fogo, cuja boca se inclina do norte (Jr 1:13).

·        São inimigos marchando para uma invasão (Jr 1:14-16). Esta guerra iminente está relacionada ao julgamento de Deus. A água fervente irá lavar a terra. “A água quente tem o dom de purificar”.

·        “a guerra viria interromper aquele modo de vida inútil, tolo, impuro e indolente, obrigando-o a voltar seus olhos para o que é essencial e eterno: vida e morte, Deus e a humanidade, fé e descrença, aliança e obediência”.

 CONCLUSÃO: "eis que hoje te ponho por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze".


quarta-feira, 28 de novembro de 2012


O poder da esperança. 1 Pedro 1:1-9.

·        O que é esperança? Desejo acompanhado pela expectativa ou pela crença na realização (de algo); desejar com expectativa de obter; esperar com confiança”.

1)    Pedro – homem cheio de esperança!

·        Pedro, discípulo de Jesus Cristo, chamado pelo mestre, antes era pescador.  Quando Pedro decidiu seguir a Cristo, não teve volta. Com o passar do tempo, ele se tornou o mais comprometido com O mestre, um discípulo devotado e obstinado, cuja lealdade não conhecia fronteiras. Jesus alertou Pedro, quanto a obstinação de Satanás de arruiná-lo, mas Pedro subestimou (Lc 22:34).

·        O leal, valente e corajoso Pedro falhou com o seu Senhor. Ele negou, deliberada e abertamente, que era um dos 12 discípulos. Ele virou as costas para aquele que o amara o suficiente para alertá-lo não apenas uma ou duas, mas três vezes (Lc 22:61-62).
·        Esperança. Ressurreição de Jesus! Na primeira manhã de domingo de Páscoa, Jesus ressuscitou dentre os mortos e enviou uma mensagem cheia de graça à Pedro (Mc 16:7). Pedro tornou-se um dos principais discípulos de Jesus.

2)    Sorrindo em meio à dor (1 Pe 1:1-2).

·        A coisa mais importante que devemos saber sobre esses “desconhecidos dispersos” é que eles estavam enfrentando um período de sofrimento e perseguição. Alguns desses cristãos estavam sofrendo porque estavam vivendo uma vida de santidade, fazendo o que era bom e correto; outros estavam sofrendo censura por causa do nome de Cristo, sendo recriminados por pessoas não salvas. Pedro escreveu para encorajá-los a darem bom testemunho aos seus perseguidores.

·        A primeira boa noticia que Pedro nos deus foi fazer-nos saber que somos eleitos por Deus. Fomos escolhidos pelo Senhor. Essa escolha foi feita segundo a presciência dele e pelo poder do Espírito Santo, para que possamos obedecer a Jesus, sendo purificados pelo Seu sangue.

3)    REGOZIJANDO-SE EM TEMPOS DIFÍCEIS.

·        TEMOS UMA VIVA ESPERANÇA (1 Pe 1:3). Para os que não estão salvos, a esperança não passa de uma fantasia mental, como pedidos que fazem a uma estrela cadente. Ou, espero ganhar na loteria. “Espero que tudo dê certo”. Isso não é esperança, é apenas uma ilusão. A ESPERANÇA É COMO UMA ANCORA. NOSSA ESPERANÇA EM CRISTO NOS ESTABILIZA DURANTE AS TEMPESTADES DA VIDA, MAS, AO CONTRÁRIO DA ÂNCORA, ELA NÃO NOS DETÉM”.

·        TEMOS UMA HERANÇA PERMANENTE (1 PE 1:3-4). Um lar seguro no céu. E nosso lugar está reservado sob a constante e onipotente proteção e a vigilância de Deus, o Todo-poderoso. Nada pode destruir essa herança, maculá-la, diminuí-la ou substituí-la.

·        TEMOS UMA PROTEÇÃO DIVINA (1 Pe 1:5). Estamos protegidos pelo mais eficiente sistema de segurança disponível: o poder de Deus. Não como nos perdemos no processo do sofrimento. Nenhuma desordem, nenhuma enfermidade e nem mesmo a própria morte podem nos enfraquecer ou ameaçar a derradeira proteção do Senhor sobre nossa vida.

·        TEMOS UMA FÉ EM DESENVOLVIMENTO (1 PE 1:6-7).  A expressão AINDA QUE indica que a alegria é incondicional, não depende das circunstancias que nos rodeiam (Rm 8:18; II Co 4:17). Os versículos seis e sete revelam três coisas significantes sobre as provações:

·        1) as provações são frequentemente necessárias, pois testam a genuidade de nossa fé, e ao mesmo tempo, ensinam-nos a sermos humildes. VALORES DA VIDA: Primeiro, valor primário: a água por exemplo; valor secundário: um instrumento de metal; valor terciário ou subjetivo: ouro ou uma fotografia.

·        2) as provações são angustiantes e ensinam-nos a ter compaixão, A fim de que nunca menosprezemos  as adversidades dos outros ou cruelmente os forcemos a sorrir enquanto passam por ela.

·        3) as provações vem sob variadas formas. A palavra variadas se originou de um interessante termo grego, poikolos, que significa matizado ou de muitas cores.  As provações vêm em uma variedade de formas e cores. São diferentes, assim como nós somos. Algo que dificilmente afetaria voce pode tirar meu chão, e vice-versa (2 Co 12:7-10).


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

POR QUÊ somos assim,  Igreja? por Josué campanhã

Tenho um amigo do meu tempo de juventude que, inconformado em ver a sua igreja sempre do mesmo jeito, comentou a fazer algumas perguntas. Fizemos um "bate-bola" tentando encontrar respostas para estas perguntas.

Por quê a grande maioria de nós, não fomos transformados em "pescadores de homens"?

  • Talvez porque fomos ensinados de forma teórica, sem exemplo de vida, mas ninguém nos ensinou o que significa sermos "discípulos" de Jesus. Ninguém nos mostrou, na prática, como é ser discipulo. Sempre fomos para o templo porque tínhamos que aprender sobre a Bíblia, mas a aula era uma coisa chata e apesar dos professores serem muito esforçados, ninguém nos chamou para "andar ao lado" e dizer "façam como eu faço".
Por que Não nos incomodamos com a nossa aridez espiritual ou esterilidade?
  • Talvez estejamos como os fariseus. Bocha cheia de regras, mas o coração vazio da Palavra e sem entendimento da vida abundante que Jesus prometeu. Não aprendemos também que podemos ser "pais e mães espirituais". Ser pai ou mãe espiritual significa levar alguém até Jesus, e cuidar dele até que encontre o caminho para a maturidade espiritual. Quando fazemos isto, não estamos apenas formando novos discípulos, mas desenvolvendo novos líderes.
Por que não discipulamos com eficácia?
  • Porque não somos discípulos. Discípulo produz discípulo. Bloqueamos nosso processo na salvação, mas 90% da vida cristã é andar com Jesus. Só depois de uns 15 anos de ministério é que fui entender o que significa ser um discípulo,  quais as implicações disto. Não discipulamos porque ficamos preocupados apenas em produzir resultados, bons relatórios e gerar atividades. Tudo isto rouba o nosso tempo e o nosso potencial para o discipulado. 
Por que a Igreja cresce por ações institucionais e não se multiplica pelo discipulado individual?
  • Porque aprendemos e depender mais de planos do que de Deus. Queremos sempre saber a nova estratégia e não o que Deus quer fazer. Nos acostumamos com algum crescimento pelo nosso esforço e quando nossos planos funcionam tudo pode estar debaixo do nosso controle. Não dependemos do Espírito. Quando o Espírito dirige as coisas, precisamos depender dEle, e isto começa na nossa vida.
Por que os líderes dão mais valor ao crescimento da igreja através da pregação de púlpito do que através do discipulado?
  • O crescimento da Igreja depende do Espírito Santo e do fazer discípulos. A pregação é parte do que Deus usa. A pregação de púlpito dá trabalho apenas para o pastor. O discipulado envolve todos os membros em perdão, restauração e mutualidade. Em qualquer lugar, faça a pergunta "De que forma voce se converteu" e encontrará os seguintes resultados: 10% por causa de uma pregação; 2% por causa de um folheto; 3% porque leram a Bíblia sozinhos; 2% porque foram a igreja; 3% através do rádio ou da televisão, e 80% por causa de relacionamentos com amigos e familiares. A maior parte dos resultados é fruto do relacionamento e isto é a essência do discipulado. 







terça-feira, 20 de novembro de 2012


A PESSOA CHAMADA.  João 3:22-30.

Introdução. João, o exemplo de um homem chamado (João 3:37-30). Alguém comunica a João que o povo, e mesmo alguns de seus discípulos, estão passando a seguir Jesus, a ouvir seus ensinamentos e a ser batizados pelos discípulos dele. Lendo isso, fica-se a impressão de que aqueles que foram levar essa noticia ao profeta, falando do declínio de sua popularidade, talvez o tivessem feito na expectativa de vê-lo ter uma reação negativa.

1)   AS PESSOAS CHAMADAS ENTENDEM O PRINCIPIO DA MORDOMIA.
·        A função de um mordomo é simplesmente cuidar de algo que pertence a outrem, até que o proprietário volte para reaver sua propriedade. Portanto, João  sabia que as multidões que o deixavam para seguir a Cristo nunca tinham sido propriedade dele. Deus as colocara sob seus cuidados durante algum tempo, mas agora as estava recolhendo de volta. E para o profeta estava tudo bem.

·        O que as multidões eram para ele, serão para nossa carreira, nossos bens, nossos dons naturais e espirituais, nossa saúde. Será que possuímos essas coisas ou apenas as gerimos em nome daquele que confiou a nós?
·         
2)   AS PESSOAS CHAMADAS SABEM EXATAMENTE QUEM SÃO.

·        Vocês estão lembrados que eu lhes falei que não sou o Cristo?”. E saber que não era Cristo, era uma forma de saber quem ele era. Ele não tinha ilusões quanto a sua identidade pessoal. Isso já estava bem claro em seu mundo interior. Parece estar cada vez mais incapaz de fazer distinção entre a função e a própria pessoa. É por isso que as pessoas que já detiveram grande parcela de poder tem muita dificuldade em abandoná-lo, emuitas vezes lutam até a morte para retê-lo.
·         Em nossos dias, nesse mundo todo dirigido pelos meios de comunicação de massas, muitos homens bons e talentosos, que ocupam posições de liderança, estão constantemente diante de tentação de passarem a crer em seus próprios textos publicitários.

3)   AS PESSOAS CHAMADAS POSSUEM UM FIRME SENSO DE OBJETIVO.
·        Quando indagaram a João acerca de sua opinião a respeito da crescente popularidade daquele Homem de Nazaré, ele comparou sua missão com a de um padrinho de casamento (João 3:29). A função do amigo é estar ao lado do noivo, cuidando para que a atenção de todos esteja voltada para ele.

4)   AS PESSOAS CHAMADAS SABEM O QUE É UM COMPROMISSO FIRME.

·        Convém que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30). Um homem “impelido” nunca teria dito o que ele disse, pois esse tipo de individuo é compelido a buscar mais e mais atenção dos outros, ais e mais poder, mais e mais bens materiais. “que diferença marcante se nota entre a vida do Rei Saul e a de João Batista. O primeiro tentou defender sua gaiola dourada, e saiu derrotado; o outro se contentou com um lugar no deserto e a oportunidade de servir a Deus, e saiu vitorioso.

CONCLUSÃO:  COMO SE TORNAR UM “CHAMADO” (Lc 3:1-3). Veio a palavra de Deus a João, um homem insignificante, que se encontrava num lugar sem importância, um deserto. Por quê João? E por que num deserto? O chamado exigia total submissão aos desígnios de Deus, aos seus métodos de trabalho e ao seu conceito de sucesso. 
E num deserto, pois as pessoas conseguem ouvir e meditar sobre questões que normalmente não ouvem nem examinam com facilidade. Deserto é um lugar difícil de se viver, seja ele físico ou espiritual. No deserto aprendemos a conhecer a aridez. No deserto as pessoas aprendem a depender só de Deus. È no deserto que uma pessoa se torna “chamada”.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012


 Sarepta: lugar de treinamento. 1 Reis 17:8-16.

·        Depois de Elias ter passado no segundo estágio de seu treinamento como homem de Deus, no riacho de Querite, um período mais exigente de treinamento o esperava num lugar chamado Sarepta. Todo homem que fosse usado por Deus como Elias o foi nos anos seguintes deveria passar primeiramente por um treinamento avançado (1 Rs 17:8-9).

1)    SAREPTA.
·        Deriva de um verbo hebraico que significa “fundir, refinar”. É interessante perceber que, na forma de substantivo, Sarepta quer dizer “cadinho”. Cadinho ou "crisol" é um recipiente em forma de pote, normalmente com características refractarias, resistente a altas temperaturas, onde se fundem materiais a altas temperaturas. Ou seja, Sarepta viria a ser realmente um “cadinho” para Elias: um lugar planejado por Deus para refinar ainda mais seu profeta e fazer uma grande diferença para o restante de sua vida.
·        Primeiro foi pra Querite – cortado dos demais e para colocar Elias na linha de Deus. Agora é o momento de fazer uma obra mais profunda, ou seja, vou aumentar o fogo da fornalha e derrete-lo para que possa moldá-lo, de maneira muito mais exata. PROVAS PRODUZEM SEMELHANÇAS COM CRISTO.

2)    O PLANO DE DEUS PARA ELIAS.
·        Deus não se esqueceu de Elias mesmo enquanto estava passando pelo calor do fogo refinado (Is 49:16). DEUS SABE ONDE ELE ESTÁ! “Então veio a palavra do Senhor” (v.8). Deus sabe onde nós estamos. Às vezes nos esquecemos disso. Há momentos em que até achamos que Deus se esqueceu de nós. Ele não esqueceu (Isaias 41:10: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel”. Josué 1:9 “sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares”.

·        DEUS SABE AONDE ELIAS ESTÁ INDO. “dispõe-te, e vai a Sarepta...e demora-te ali”, é o que Deus diz a Elias. Você se lembra das instruções anteriores que Deus deu a Elias? Ele teria de viver no riacho. Agora, o Senhor está dizendo: “Vá para Sarepta e fique lá”. “Sarepta”, que pertence a Sidom, estava localizada bem a oeste, na costa do Mediterraneo, a pelo menos 150 Km de Querite. O Rei Acabe estava procurando Elias em todos os lugares.

·        “ordenei a uma mulher viúva que te dê comida”. A viuva pobre iria ajudar o famoso profeta Elias que estivera diante da face do Rei de Israel  É um lembrete maravilhoso de que normalmente sãos as coisas mais humildes que nos preparam para as grandes tarefas.

3)    As provas de Elias. Dois testes (1 Rs 17:10-11).
·        O teste da primeira impressão. Que surpresa! Bem vindo a Sarepta, Elias! Era esta a pessoa que iria sustentá-lo? Já fez alguns planos? Então, de repente, tudo é diferente daquilo que você havia planejado. Mas as coisas não são apenas diferentes... mas piores.

·        O teste das impossibilidades físicas (1 Rs 17:13-14). A viúva mantinha os olhos na impossibilidade: um punhado de farinha, um pouco de azeite, um pouco de lenha. Elias arregaçou as mangas e se concentrou somente nas possibilidades. Elias esteve no Querite. Viu a prova da fidelidade de Deus. Sobreviveu ao riacho seco. Obedeceu a Deus, e sem hesitação, viajou até Sarepta. Você só acredita naquilo que você provou ou viu. ( VS. 15e 16) lição da obediência!

CONCLUSÃO: 1) a orientação de Deus é surpreendente;  não tente analisa-la; 2) os primeiros dias são os mais difíceis; não desista (primeira impressão); 3) as promessas de Deus dependem de obediência; não deixe de fazer a sua parte: Elias: levante-se!; 4) as provisões de Deus são justas; não deixa de agradecer-lhe.

terça-feira, 13 de novembro de 2012


Sendo Sal e Luz de Jesus Cristo (Mt 5:13-16).

Introdução

O sal tem uma variedade de usos. É condimento e preservativo. Era usado para preservar a carne do apodrecimento. E na verdade ainda o é. Qual é o brasileiro que nunca comeu ou pelo menos não ouviu falar da famosa carne-de-sol, ou charque, jabá, carne-do-ceará?

O cloreto de sódio é um produto químico muito estável, resistente a quase todos os ataques. Não obstante, pode ser contaminado por impurezas, tornando-se, então, inútil e até mesmo perigoso. O sal que perdeu a sua propriedade de salgar não serve nem mesmo para adubo, isto é, fertilizante.

1)      O sal da terra (v.13). “Vós sois o sal do do mundo”.

·         A salinidade do cristão é o seu caráter conforme descrito nas bem-aventuranças, é discipulado cristão verdadeiro, visível em atos e palavras (Lc 14:34; Cl 4:6). Para ter eficácia, o cristão precisa conservar a sua semelhança com Cristo, assim como o sal deve preservar a sua salinidade. Se os cristãos forem assimilados pelos não cristãos, deixando-se contaminar pelas impurezas do mundo, perderão a sua capacidade de influenciar.  “a glória do Evangelho é que, quando a Igreja é absolutamente diferente do mundo, ela invariavelmente o atrai. É então que o mundo se sente inclinado a ouvir sua mensagem, embora talvez no princípio a odeie”.

·         O sal perde seu sabor e torna-se insípido com:  POUCO VENTO. O sal para atingir o sabor ideal necessita de bastante ventania na época de sua formação. O crente sem o vento do Espírito não subsiste (Atos 2:2); POUCA LUZ.  Muita luz é fundamental para a formação de um bom sal. O efeito químico da luz sobre a água em tratamento é fundamental na transformação desta em sal. Abundante luz celestial é a grande necessidade para o crente ser um bom sal. POUCO CALOR. Sem calor o sal em sua formação perderá em qualidade e se arruinará. Uma igreja espiritualmente fria torna-se inerte, inativa, decadente e incapaz de ser o “sal da terra”

·         O SAL PERDE O SEU SABOR.             “Se o sal for insípido, com que se há de salgar? (Mt 5:13). PERDE O SEU VALOR. “para nada mais presta” (Mt 5:13). PERDE O SEU LUGAR. “Para se lançar fora” (Mt 5:13).

2)      A luz do mundo (VS. 14-16): vós sois a luz do mundo.

·         ”que os homens vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus, pois é através dessas obras que a nossa luz tem de brilhar”.  Considerando que a luz é um símbolo bíblico comum da verdade, a luz do cristão deve certamente incluir o seu testemunho verbal; o servo de Deus seria “luz para os gentios” (Is 42:6; 49:6).

·         Não devemos ser como uma cidade ou vila aninhada em um vale, cujas luzes ficam ocultas, mas sim como uma cidade edificada sobre um monte, que não se pode esconder e cujas luzes são claramente visíveis a quilômetros de distancia. E mais, devemos ser como uma lâmpada acesa, como João Batista (João 5:35), colocada no velador, numa posição de destaque na casa a fim de iluminar a todos que se encontram na casa e não ficando escondida.

3)      Lições a aprender.

3.1) Há uma diferença fundamental entre os cristãos e os não-cristãos, entre igreja e o mundo.
·         a maior de todas as tragédias da Igreja através de sua longa história, cheia de altos e baixos, tem sido a sua constância de conformar-se à cultura prevalecente, em lugar de desenvolver uma contracultura cristã.

3.2) temos de aceitar a responsabilidade que esta diferença coloca sobre nós.

·         Voces tem que ser o que são. Voces são o sal e, por isso, tem de conservar a sua salinidade e não podem perder o seu sabor cristão. Voces são a luz, e por isso, devem deixar que a sua luz brilhe e não devem escondê-la de modo algum, quer seja através do pecado ou da transigência, pela preguiça ou pelo medo.
·         O que fazer diante da pressão dos tempos modernos? É no solo desta pressão que os revolucionários são produzidos, dedicados à violenta subversão do sistema.  Somos os revolucionários de Jesus.  LUTERO: “Com a simples palavra de Cristo eu posso ser mais desafiador e mais jactancioso do que ele com todo o seu poder, suas espadas e suas armas”.

3.3) Temos de considerar a nossa responsabilidade cristã como sendo dupla.

·         o sal e a luz tem uma coisa em comum: eles se dão e se gastam, e isto é o oposto do que acontece com qualquer tipo de religiosidade egocentralizada”. A função do sal é principalmente negativa: evitar a deterioração. A função da luz é positiva: iluminar as trevas.

·         Influencia dupla: UMA influencia negativa, impedir a sua deterioração, e uma influencia positiva, de produzir a luz nas trevas. Pois impedir a propagação do mal é uma coisa; e promover a propagação da verdade, da beleza e da bondade é outra.

·         Sendo sal. O apostolo Paulo pinta um quadro sinistro no final do primeiro capítulo da sua carta aos Romanos, falando do que acontece quando a sociedade abafa a verdade que conhece por natureza (Rm 1:18-27). Deus pretende que penetremos no mundo. O sal cristão não tem nada de ficar aconchegado em elegantes e pequenas dispensas eclesiásticas; nosso papel é o de sermos “esfregados” na comunidade secular, como o sal é esfregado na carne, para impedir que apodreça.  OBS: ninguém pode acusar a carne fresca de deteriorar-se. Ela não pode fazer nada. O ponto importante é: onde está o sal?  Exemplo: os essênios.

·         O que significa, na prática, ser o sal da terra? NÓS, POVO DE DEUS, deveríamos ser mais corajosos, mais francos na condenação do mal. “o verdadeiro sal é a verdadeira exposição das Escrituras, que denuncia todo o mundo e não deixa nada de pé a não ser a simples fé em Cristo. O SAL ARDE, E A MENSAGEM NÃO ADULTERADA DO JUIZO E DA GRAÇA DE DEUS SEMPRE TEM SIDO UMA COISA QUE MACHUCA.

·         Sendo Luz do mundo. Fomos chamados a propagar o evangelho e estruturar nosso modo de viver de um jeito que seja digno do Evangelho.