terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


Ordens para marchar aos soldados da cruz – 1 Pedro 4:7-11.

Introdução:
“Durante a Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill incentivou e apoiou o povo da Grã-Bretanha durante momentos sombrios sem fim. Ele fez várias declarações e discursos memoráveis, no entanto, um deles soa especialmente adequado aqui. Ele falou ao Parlamento logo após Londres ser transformada em estilhaços por um bombardeio, pois ele sentia que o povo estava desanimado. Parecia, porém, que Churchill nunca desanimava. Ele deve ter tido momentos de desanimo, todavia, seus discursos não revelam isto. Pois bem, ele disse àquelas pessoas no Parlamento, que provavelmente estavam tremendo por dentro: “Este não é o fim. Este não é nem o começo do fim. Contudo é, talvez, o fim do começo”.

·        Textos: Mt 24:6; Rm 13:12. “Mas já está próximo o fim de todas as coisas”: “Deve ser uma das principais preocupações dos crentes fixarem suas mentes totalmente na sua segunda vinda”. (Ap. 22:12; Tiago 5:8; Hb. 10:37; 1 João 2:18).

1)    Quatro mandamentos a obedecer.

1.1)        “USEM O BOM SENSO E FIQUEM CALMOS EM ESPÍRITO DE ORAÇÃO” ( 1 Pe 4:7).
·        “ser sóbrio”: no grego é “sophroneo”, “ter mente sã”, expressão usada para indicar a “saúde mental apropriada”. Também indica as idéias de ser alguém “razoável”, “sensível” e “sério”.
·        Sóbrio não significa o oposto de intoxicado. Significa o oposto de viver com um tipo de extremismo frenético e enlouquecedor. Por exemplo, não tente definir datas para a vinda de Cristo. Além disso, não fique cheio de ansiedade. Não largue seu emprego para colocar um roupão branco e sentar-se em algum telhado esperando Cristo voltar.
·        Na verdade, não há nada como a oração para aguçar nossa consciência, manter-nos alertados, conceder-nos mais discernimento, lembrar-nos quem está no controle(Mt 26:36-40).

1.2)        “SEJAM FERVOROSOS NO AMOR UM PARA COM OS OUTROS”. (1 Pe 4:8).
·        Ardente vem da palavra grega ektene, que significa literalmente “esticado”. Ela é usada para descrever atletas se esticando com o objetivo de alcançar a fita que marca a linha de chegada, ou pulando alto o suficiente para não tocar no obstáculo. Aqui o apostolo Pedro aplica esta palavra em relação ao amor. Nos diz para termos ardência em nosso amor uns pelos outros.

·        Se existe uma época que devemos esticar até o limite nosso amor para com os outros, é a do fim dos tempos. É AGORA. E O QUE REVELA ESSE AMOR? O PERDÃO.
·        Quando Pedro mostra que a caridade cobrirá a multidão de pecados (1 Pe 4:8), ele está fazendo alusão ao principio em Provérbios 10:12: “o ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões”.  

·        Os ímpios estão nos observando quando brigamos com nossos irmãos e irmãs! Eles adoram quando não conseguimos dar-nos bem com os outros. Isso rende assunto.  Mahatma Gandhi, um líder nacionalista indiano, disse certa vez: “eu gosto do seu Cristo, porém, não gosto dos seus cristãos...eles são muito diferentes do seu Cristo”.
·        “Somos mais parecidos com feras quando matamos; com homens quando julgamos e com Deus quando perdoamos”.

·        Algumas pessoas são tão fáceis de amar que caímos naturalmente em seus braços. Outras, porém, são tão difíceis que é preciso empregar mais tempo para conseguir isso, pois há algo na natureza delas que é abrasivo e irritante. Algumas são como polos do imã: elas repelem. No entanto, até essas pessoas precisam do nosso amor, talvez até mais do que as outras. Quão importante é qiue nos “estiquemos ardentemente” para amarmos uns aos outros!

1.3)        “SEJAM HOSPITALEIROS UNS PARA COM OS OUTROS” (1 Pedro 4:9).
·        Sublinhe as palavras UNS PARA OS OUTROS (VV. 8e 10). Voce é hospitaleiro? Ou tem reclamado, murmurado! É verdade que a hospitalidade exige esforço e planejamento, e que interrompe a sua privacidade. “o verdadeiro amor é um anfitrião esplêndido”.

·        Há o amor cuja medida é a de um guarda-chuva. Há o amor cuja inclusão equivale à de uma grande tenda. E há o amor cuja compreensão é do tamanho imensurável do céu. O objetivo do Novo Testamento é transformar o guarda-chuva em uma tenda, e a tenda em uma cobertura gloriosa do céu que tudo envolve”.

1.4)        “EXERCITAM OS DONS”. (1 Pe. 4:10-11).

·        Vários trechos do Novo Testamento falam sobre os dons espirituais (Efesios 4:11-12; 1 Corintios 12:28-30 e Romanos 12:6-8). Faça uma lista com esses dons e pergunte-se: onde eu me encaixo melhor nesta lista?

·        V.11: Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá.  Quando falamos, não devemos proferir nossas próprias opiniões e filosofias sobre a vida, mas devemos falar segundo as palavras de Deus. E, quando servimos, não devemos fazer isto com as nossas próprias forças, mas segundo o poder que Deus dá.

·        Muitos de nós tem o dom do ensino; muitas pessoas com dons também servem nos bastidores; outros tem o dom de mostrar misericórdia, de ministrar àqueles que são deixados de lado ou que estão sofrendo; ainda há aqueles que tem o dom do evangelismo.

·        Os dons tem uma coisa em comum: ele ganham vida quando servimos outras pessoas. Pense da seguinte forma: quando empregamos nossos dons, os outros são beneficiados, encorajados e tem a esperança renovada. Curiosamente, nós também.

CONCLUSÃO: por que ficarmos calmos e orar? Por que sermos ardentes em amor? Por que demonstrar hospitalidade? Por que servimos uns aos outros? V.11: “para que em tudo Deus seja glorificado  por Jesus Cristo, a quem pertence à glória e o poder para todo sempre. Amém!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


Moises: um instante de ira (Nm 20:1-12).

Cinco níveis da ira: 1) leve irritação: sensação de mal estar, provocado por algum distúrbio desagradável: congestionamento de transito, barulho de criança; 2) indignação: é uma reação a algo que parece injusto ou ilógico; 3) cólera: surge um forte desejo de se vingar, revidar ou se defender, e não é possível voltar atrás, a cólera tem muitas caras, e todas são feias; 4) fúria: perda momentânea de controle – e até mesmo uma perda temporária de sanidade (Zidane); 5) raiva: é o nível mais intenso das expressões da ira, ela pode inspirar atos brutais de violência, algumas vezes praticados sem percepção consciente, pode cometer um crime sem quase se dar conta do que está fazendo,fora de si.

Temos dentro de nós o potencial para violência. A única diferença é a questão do controle. Aqueles dentre nós que entregaram sua vida a Cristo sabem que temos alguém em nosso intimo que nos capacita a controlar nossa ira”.

1)    A história de um homem zangado.

1.1)                    Ira assassina (Ex 2:10-11-12). Logo depois desse incidente, Moises fugiu para o deserto. Durante os quarenta anos seguintes ele esfriou a cabeça na escola da autodescoberta. Mesmo assim não aprendeu a controlar seu temperamento.

1.2)                    Ira desnecessária.  Quando Moises visitou Faraó entre a nona e a décima praga, ele ficou violentamente irado com rei. Embora o Senhor tivesse dito a Moises: “vou endurecer o coração de Faraó”. Moises enfureceu com Faraó, Moises “ardendo em ira, se retirou da presença de Faraó”.  Deus havia dito a Moises: “Olhe, não vou endurecer o coração de Faraó. Não precisa ficar com raiva dele. Tudo o que tem de fazer é dizer-lhe: Homem, você está condenado. Não tem outra saída, senão deixar libertar meu povo”.


1.3)                    Ira destrutiva (Ex 32:15-16). Essas tabuas, escritas pelo Deus Todo-Poderoso, eram os documentos mais preciosos que o homem tivera em sua posse. Pense num livro escrito pelo dedo de Deus! (v.19-20)...Veja o que Moises fez. Ele pegou os preciosos documentos de Deus e,num momento de fúria, “arrojou das mãos as tábuas e quebrou-se ao pé do monte”.Mas não parou aí. Êxodo nos conta: “e pegando no bezerro, que tinham feito, queimou-o no fogo, e o reduziu a pó que espalhou sobre a água e deu de beber aos filhos de Israel (v.20). Meditar Êx 34:1.

1.4)                    Ira rebelde. O povo de Israel se encontra novamente na fronteira de Canaã. A essa altura os hebreus já tinham peregrinado durante trinta e nove anos e se queixado a cada passo do caminho. Quando chega em Números 20, a ira de Moises se extravasa. O homem estava fervendo por dentro. Ele está à beira da fúria desenfreada (Nm 20:1-2). Quando as coisas não funcionam de acordo com o plano de todos, chame o pelotão para fuzilar os líderes (Nm 20:3-5). Sempre a mesma história: reclamação, lamentos, queixas, miséria, injustiças, eram dignos de pena. (Nm 20:6-8): ou seja: “Toma a vara, vai até a rocha, fala com a rocha e deixa o resto por minha conta. A água vai correr”.  (Nm 20:9-10 e 11): Deus lhe dissera para falar à rocha. Moises a feriu, não uma, mas duas vezes.

Conclusão: (Nm 20:12). Conselho de Tiago (Tg 1;19-20). Alguns princípios: 1) Um ato de desobediência tem origem na incredulidade (Nm 20:12): Não crestes em mim. Ou seja, quero fazer as coisas ao meu modo, Senhor (Hb 3:18-19); 2) Um ato publico de desobediencia diminui a gloria de Deus (Tg 3:1); 3) Qualquer ato desse tipo, embora perdoado, resulta em conseqüências penosas. Voce não vai colocar os pés na Terra Prometida.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Quando a depressão ataca: Elias, eu e voce e a depressão.

            Um livro que tenho sugere que “quase todos ficam deprimidos. Esse sentimento básico de vazio, exaustão e insignificância é universal e cruza todas as fronteiras, quer sejam estas de idade, sexo ou nacionalidade”.

            O problema é que às vezes não entendemos a nossa depressão. Como no caso de Elias, a depressão pode bater quanto todas as coisas parecem estar indo extremamente bem. E ainda pior, não sabemos o que fazer com relação à nossa depressão. Será que ela é sinal  de alguma imperfeição espiritual profunda? Será que a depressão indica que a nossa fé é fraca?

            A História do inexplicável surto de depressão de Elias depois da vitória no Monte Carmelo nos encoraja. Se um gigante espiritual como Elias pôde sofrer de depressão, talvez pigmeus como voce e eu não devamos esperar demais de nós mesmos.

            Porém ainda há muito mais a considerar. A experiência de Elias nos mostra como Deus tratou a depressão do seu profeta, e nos dá indicações  de como podemos ajudar a nós mesmos.

            Quando Elias ficou desanimado e abandonou o seu ministério, Deus não ficou irado. Em vez disso, na verdade, Deus providenciou alimento para manta-lo durante sua fuga (1 Reis 19:6-9). É fácil nos sentirmos desanimados com a nossa vida quando a depressão ataca. Precisamos nos lembrar de que Deus está conosco, inclinando-se para nos sustentar em vez de nos condenar.

            Quando Elias tinha repousado, Deus deu ao profeta uma missão a executar (1 Reis 19:15,16, ou seja, ungir Hazael, Rei da Siria; Jeú, Rei de Israel e Eliseu, como profeta...). A depressão com freqüência rouba a nossa vontade de agir. É importante nos levantarmos de manhã e sairmos para executar as nossas tarefas diárias.

            Quando Elias duvidou e se queixou, Deus o tranqüilizou. Ele não estava sozinho, pois Deus havia conservado “em Israel sete mil: todos os joelhos que se não dobraram a Baal” (v.18). A lembrança de que não estamos sozinhos em nossa experiência é algo que pode nos ajudar.

            Finalmente, Deus deu a Elias um amigo e companheiro para estar com ele (1 Reis 19-21). Ter alguém que se importa é importante, mesmo que esse alguém não saiba o que dizer ou fazer para nos animar.

            A depressão é um problema para muitos. E não há respostas fáceis. Mas podemos aliviar alguma pressão que exista sobre a nossa vida, lembrando-nos de que Deus ainda nos ama, realizando o nosso trabalho, lembrando-nos de que não estamos sozinhos, e encontrando um amigo que se importe conosco.
“Ele não disse: Tu não serás incomodado – não serás tentado – não serás afligido. Mas Ele disse: Tu não serás vencido”. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013


Como chocar os não cristãos – 1 Pedro 4:1-6.

Introdução: “Este mundo não é o meu lar; Só estou de passagem; Meus tesouros estão depositados; Em algum lugar além do azul”.

·        Estamos aqui para demonstrar  o que é ser um cidadão de outro país, o que é ter cidadania de outra terra, para que possamos criar nas pessoas o desejo de emigrar. Nossa missão é provocar uma sede e um interesse na “além do azul”.
·       
Em 1 Pedro 4:1-6, o apostolo dá ordens aos soldados cristãos estacionados neste solo estrangeiro para que marchem. Ele inicia o assunto abordando o comportamento cristão perante um mundo observador com o conector, pois: Ora, pois, já que Cristo ...armai-vos... 
·        Armai-vos: a palavra grega traduzida como armai-vos era utilizada quando um soldado grego colocava sua armadura e tomava suas armas. O cristão precisa da armadura mais pesada possível para resistir aos ataques do inimigo de sua alma.

·        Não estamos de férias até chegar ao céu. Nós somos soldados em solo bruto e não cristão, e a batalha irrompe em todo o nosso derredor.
“não perceber que você está em um conflito significa apenas uma única coisa: que você está derrotado de modo irremediável [...] e não saber disso, que está inconsciente! Isso significa que você está completamente derrotado pelo inimigo. Aquele que não está consciente de uma luta e um conflito espiritual encontra-se em uma condição entorpecida e perigosa” (Lloyd-Jones).

1)    Transformação: diferença notável na vida cristã.
“ora, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos também com este pensamento: que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado, para que, no tempo em que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus. Porque é bastante que, no tempo passado da vida, fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borracheiras, glutonarias, bebedices, e abomináveis idolatrias” (1 Pedro 4:1-3).

·        Quatros benefícios mencionados pelo apostolo Pedro: 1) nós não servimos ao pecado como nosso mestre (1 Pedro 4:1 b);2) não gastamos os nossos dias  sob o domínio de desejos como antes (v.2 b); 3) agora vivemos para a vontade de Deus (v. 2 b); 4) deixamos de viver como ímpios (v.3).

·        Antes de Cristo entrar em nossa vida, não tínhamos poder para resistir o pecado. Quando a tentação vinha, cedíamos, pois éramos incapazes de agir de outro modo. Quando a fraqueza da carne aparecia, caíamos na armadilha.

·        Observe como a vontade de Deus (1 Pedro 4:2) é contrastada com a vontade dos gentios (v.3). Perceba também como esta, que são velhos hábitos, práticas, associações, locais de entretenimento, motivações más e passatempos imorais, diz respeito somente a cenas do passado.

1.1)         Vontade dos gentios: andando (v.3).
·        Dissoluções: licenciosidade, deboche, sensualidade, palavra usada para indicar vários excessos ou perversões sexuais.

·        Concupiscências: palavra comum para todas as formas de desejo, de boa ou má natureza, neste contexto é desejo mau, ligado ao impulso sexual (Rm 1:24).

·        Borracheiras: bebedeiras. O termo tem por raiz a palavra “oinos” vinho e “phileo”, manar em abundancia (Ef. 5: 18). Todos nós sabemos o que produz o alcoolismo desenfreado.

·        Glutonarias e bebedices: descrevem todo um leque miserável de consumo pelo prazer, desde o abuso de substancias destrutivas e até orgias sexuais selvagens.

1.2)        Vontade de Deus: “acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós (1 Pedro 4:4).

·        As vezes, isso deixa os gentios na defensiva e bravos, fazendo com que nos agridam, como se o nosso estilo de vida julgasse o deles. O que lhes sobra depois de uma noite na devassidão é o vazio interior com que convive dia após dia.

·        No entanto os gentios não tem qualquer poder para superar a força do pecado, esperam pelo próxima noite. E, se deixarem a musica bem alta e se houver bebida e drogas suficientes, eles acham que podem afogar suas dificuldades. Essa é a outra mentira do inimigo, pois ele tem milhares delas.

·        Portanto, VOCE foi libertado desta vida (Rm 6:14), foi transformado. Você não é mais um escravo indefeso do pecado. Você não é mais dominado pelos impulsos de suas glândulas. Agora você está interessado na vontade de Deus e fechou as portas para um viver ímpio.

·        Revista Jovem Cristão: “Sua turma de escola está armando uma tremenda festinha para comemorar o aniversário da pessoa mais simpática da sala. Vai ter muita comida, música, bebida, namoros de ocasião e sabe lá o que mais. Ninguém vai faltar e se voce não for já sabe que terá de passar a semana inteira explicando o motivo.
      Há duas opções: ir e se comportar como um peixinho fora d’água, beber só refrigerante, ficar léguas da pista de dança, só conversar com colega do mesmo sexo e nunca, jamais, prestar atenção na música que está sendo tocada. Porém, é bom que se saiba: esta solução é inviável, pois não condiz com o padrão de vida estabelecido pela Bíblia que, entre outras coisas, aconselha-nos a evitar a aparência do mal.
      A outra saída é recusar o convite, pois a tentação será grande e é melhor ter problemas com os colegas de classe do que com aquele que o criou e será eternamente seu mais verdadeiro amigo.
      Caso voce resolva contrariar seus princípios cristãos, e opte pela primeira alternativa, é melhor ir-se preparando, pois terá de repetir a dose em todas as outras festinhas. E isso será legal! Ah! Não se esqueça também de pedir oração a sua tia, sua mãe, sua avó, ao Círculo de Oração... voce vai precisar. Se decidir, porém, encarar os amigos e recusar o convite, fique tranqüilo, eles não vão mais contar com voce para as outras festas e a sua aparente covardia foi na verdade uma grande prova de coragem e domínio próprio.”

Conclusão: três coisas importantes: 1) continue vivendo para Cristo; 2) pode esperar ser mal interpretado; 3) mantenha seus olhos fixos em Cristo.




sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


Foco total em Jesus – 1 Pedro 3:18-22.


Confissão da igreja primitiva. “creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo seu filho unigênito, nosso Senhor; concebido pelo Espírito Santo e nascido da virgem Maria; que padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu ao inferno, e, ao terceiro dia, ressurgiu dos mortos; que subiu ao céu e assentou-se à direita do Pai todo-poderoso, de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão de pecados, na ressureição da carne e na vida eterna”.

1)    Jesus, nosso exemplo.
Porque melhor é que padeçais fazendo o bem (se a vontade de Deus assim o quer) do que fazendo o mal”  (1 Pedro 3:17).

·        Quem, na mente de todos os cristãos, melhor exemplificaria o sofrimento injusto de benção?  “...porque também Cristo (por exemplo) padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (v.18).

Versículo 18: Ele padeceu uma vez pelos pecados. Essa é a sua crucificação.

Versículo 19: Ele foi e pregou.

Versículo 21: pela ressurreição de Jesus Cristo.

Versículo 22: o qual está à destra de Deus [...] havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potências. Isso é exaltação.

Ou seja, Crucificação, proclamação, ressurreição, exaltação do Senhor Jesus Cristo.

2)    Nosso acesso a Deus. “Também Cristo padeceu uma vez pelos pecados”. Nós não precisamos refazer ou repetir a morte de Cristo. Ele morreu uma vez. Foi a morte de todas as mortes, a qual resolveu o problema do pecado para sempre.

·        O que é pecado: “pecado é qualquer coisa que enfraqueça seu raciocínio, impeça a ternura da sua consciência, obscureça seu sentido de Deus, ou afaste seu interesse pelas coisas espirituais; para resumir: se alguma coisa aumentar a autoridade e o poder da carne sobre o Espírito, então para você isso será pecado, não importa quão bom ele seja”. Sussana Wesley.

·        Cristo foi o substituto perfeito para o pecado. E tal, qual um cordeiro sem mácula e sem defeito, Ele foi pendurado na cruz e morreu. Seu sangue foi o pagamento absolutamente único e suficiente a Deus pelos pecados. Todo nosso débito foi quitado quando a justiça de Cristo foi creditada em nossa conta. Não foi justo que Ele morresse, pois Ele era justo; mas Ele morreu: o justo pelos injustos.

·        Por que Ele fez isso? Para levar-nos a Deus! Nosso Senhor Jesus Cristo, ao morrer na cruz, ofereceu-nos uma “entrada” para o céu. Ele nos deu acesso a Deus (Rm 5:2; Ef 2:18, 3:12).

·        Jesus Cristo está a destra de Deus intercedendo por nós. Ele é o Sumo-Sacerdote e está orando por nós. Ele se comove com as nossas necessidades e Ele é tocado pelas sensações das nossas enfermidades. Ele é por nós; e está intercedendo por nós. SUBIU AO CÉU E ASSENTOU-SE À DIREITA DO PAI TODO PODEROSO, DE ONDE HÁ DE VIR PARA JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS.  

3)    Sua proclamação. “no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão, os quais em outro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água”. 

·        Somos informados pele Bíblia (Gn 6:5-6) de que, durante esse período, a depravação dos homens e mulheres alcançou o nível mais alto de todos os tempos. A perversidade deles era tão grave que afligia o coração de Deus. Ele chegou a arrepender-se de ter criado a humanidade! Com o dilúvio, no entanto, essa geração chegou ao fim.

·        O que era essa pregação? É uma palavra, Kerusso, empregada para descrever alguém “anunciando” algo. Ela denota alguém que proclama a decisão de um rei ou que declara um dado decreto. JESUS ANUNCIOU, DE FORMA ABERTA E DIRETA, QUE CUMPRIRA SUA MISSÃO. ELE MORRERRA PELOS PECADOS DO MUNDO. A OBRA DA SALVAÇÃO ESTAVA COMPLETA (AP 1:18).

4)    Nossa fé (v.21). Agora vos salva, batismo.

·        Devemos entender que Pedro tinha o Dilúvio em mente, porquanto o Dilúvio trouxe morte e destruição àqueles que não creram. Também foi a água que trouxe livramento para aqueles que creram: oito pessoas.

·        Foi a arca flutuando sobre a água que os permitiu atravessar o Dilúvio, e esse fato se tornou uma bela ilustração para a Igreja primitiva. Alias, a arca era usada com frequência para descrever a salvação. Hoje, porém, vemos a cruz como nossa arca.

·        O batismo simboliza purificação, morte e ressurreição, assim como a arca significa salvação. 

domingo, 10 de fevereiro de 2013


“Carta na carteira”:  Uma linda de história de amor. A História de Hannah e Michael.

Em setembro de 1985, a revista Seleções publicou uma história intitulada “Carta na carteira”, escrita por Arnold Fine. Fine conta como, em um dia de frio cortante, encontrou uma carteira na rua. Ela continha apenas três dólares, e uma carta amassada, que obviamente havia sido carregada  durante muitos anos. A carta datava de 60 anos antes, e começava com “Querido Michael”. Escrita com beleza e palavras tristes, a carta rompia um romance devido à exigência paterna. A última linha prometia: “Eu te amarei para sempre, Michael”, e estava assinada: “Sua Hannah”.

            Fine decidiu procurar o dono da carteira. Usando o endereço de Hannah, ainda legível no envelope, finalmente conseguiu um número de telefone. Porém, quando ligou, ficou desapontado (mas não surpreso) ao saber que Hannah e sua família tinham se mudado daquela casa há muitos anos. A pessoa do outro lado da linha, entretanto, sabia o nome da casa de repouso para a qual a mãe de Hannah havia sido levada. Assim, Fine ligou para a casa de repouso e descobriu que a mãe de Hannah havia falecido muito tempo antes.  Quando explicou sua intenção, entretanto, lhe deram o endereço e o número de Hannah, que tinham no arquivo. Ele telefonou para o número dado e ficou sabendo que Hannah estava agora morando em uma casa de repouso. Fine perguntou o nome do local, e achou o número do telefone. Rapidamente, confirmou que Hannah realmente residia lá. Tão logo pôde, Fine foi visitar a casa e conversar com Hannah.
        
    O diretor esperou na porta, e informou que Hannah estava vendo televisão no terceiro andar. Uma acompanhante logo o levou até lá, e saiu. Fine se apresentou a Hannah e explicou como havia encontrado a carta na carteira. Mostrou-lhe a carta, e perguntou se era ela a remetente.

            “Sim”, respondeu Hannah, “eu mandei esta carta para Michael porque eu tinha dezesseis anos e minha mãe não queria que nos encontrássemos mais. Ele era muito bonito, sabe, como Sean Connery”. Fine viu o brilho de seus olhos e a alegria em seu rosto quando falou do amor por Michael. “Sim, Michael Goldstein era seu nome. Se você encontrá-lo, diga que penso nele com muita freqüência e que nunca me casei. Ninguém nunca se igualou a ele”, ela declarou, enxugando as lágrimas discretamente. Fine agradeceu pela gentileza e foi embora.

            Quando estava saindo, o guarda de segurança na porta perguntou-lhe sobre a visita. Fine contou a história, e disse: “Pelo menos fiquei sabendo o sobrenome dele. Seu nome era Michael Goldstein”.

            “Goldstein?” repetiu o guarda. “Há um Mike Goldstein que mora aqui, no oitavo andar”. Fine virou-se e subiu novamente, dessa vez até o oitavo andar, onde perguntou por Michael Goldstein. Quando o encaminharam até o cavalheiro, ele perguntou: “Perdeu sua carteira?”.

            “Sim, eu a perdi ao sair para uma caminhada, há alguns dias”, Michael respondeu.

            Fine lhe entregou a carteira e perguntou se era a sua. Michael ficou encantado ao vê-la novamente, cheio de gratidão por Fine tê-la encontrado e devolvido. Estava começando a agradecer, quando Fine o interrompeu.

            “Tenho algo a lhe dizer”, admitiu Fine. “Li a carta que está na sua carteira”.

            Pedro desprevenido, Michael fez uma pausa momentânea, e depois perguntou: “Você leu a carta?”.

            “Sim, senhor, tenho uma notícia para lhe dar, continou Fine. “Acho que sei onde Hannah está”.

            Michael ficou pálido. “Sabe onde ela está? Como ela está?”.

            “Ela está bem, e tão bonita como quando a conheceu”.

            “Poderia me dizer onde ela está? Eu adoraria falar com ela. Sabe quando recebi a carta, minha vida mudou. Nunca me casei. Nunca deixei de amá-la”.

            “Venha comigo”, disse Fine. Segurando Michael pelo cotovelo, caminharam até o elevador, e desceram ao terceiro andar. Nesse momento, o diretor do prédio já havia se juntado a eles. E foram até o quarto de Hannah.

            “Hannah, sussurrou o diretor, indicando Michael. “Você conhece este homem?”.

            Ela ajustou os ósculos para o homem, enquanto vasculhava sua memória. Então, com a voz engasgada, Michael falou: “Hannah, sou eu, Michael”. Ela levantou-se, enquanto ele se encaminhava para ela. Eles se abraçaram e ficaram juntos por um longo tempo. Depois, sentaram-se, de mãos dadas e, entre lágrimas, preencheram as lacunas deixadas na história de vida dos dois. O Sr. Fine e o diretor, não desejando se intrometer em um momento sagrado, saíram do quarto, deixando os dois sozinhos para  vivenciarem o reencontro.

            Três semanas mais tarde, Arnold Fine recebeu um convite para assistir à cerimônia de casamento de Hannah, de 76 anos de idade, e Michael, de 78. Fine conclui a história dizendo: “Como é boa a obra do Sennhor”. 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Indícios de maturidade.  1 Pedro 3:8-12

·        Pergunta. O que é maturidade? Como determinar se somos adultos? Pelos cabelos grisalhos? Não! Crescer é um objetivo definido para cada membro do corpo de Cristo (HB 5:12 – 6:3).
Bíblia A Mensagem.
voces já deveriam ser mestres, mas percebo que ainda precisam de alguém que se sente com voces e ensine de novo os princípios elementares acerca de Deus, desde o início. Estão bebendo leite materno, quando deveriam estar, há muito tempo, ingerindo alimento sólido! O leite é para principiantes, inexperientes nos caminhos de Deus; o alimento sólido é para quem tem maturidade e alguma prática em discernir o certo do errado. Portanto, vamos abandonar os rabiscos da pré-escola e passar para as grandes obras de arte que retratam Cristo. Cresçam em Cristo. As verdades fundamentais estão estabelecidas: virar as costas para a “salvação da autoajuda” e se voltar para Deus com toda a confiança...”.

·        Os vendedores dizem que vendem mais comida de bebê aos idosos do que aos pais de recém-nascidos. A medida que envelhecemos, voltamos, de muitas formas, à infância. “Deixe pra trás ensinamos elementares”. “prossiga para a maturidade”.  Voce está crescendo?

1)    Maturidade.

1.1)        Unidade. “Sede todos de igual ânimo”. Isso se refere a uma unidade de coração, uma semelhança de propósitos e uma concordância quanto aos pontos mais importantes da doutrina. Não é uniformidade mas unidade.
·        Qual é o seu nível de maturidade no que tange à unidade? Voce está em harmonia com os membros da família de Deus? Trabalha bem com os outros?

1.2)        Interesse mútuo. “sede todos compadecidos”.  A raiz grega desse vocábulo dá origem à palavra SIMPATIA, que também significa sentir com. Isso que dizer que, quando os outros choram, voce chora; quando se alegram, voce se alegra; e isso caracteriza a ausência de competição, inveja ou ciúme entre cristãos (Rm 12:15-16).
·        “a MATURIDADE começa a crescer quando voce consegue sentir sua preocupação com os outros pesando mais que a sua preocupação consigo mesmo”.

1.3)        Amizade Carinhosa. “sede todos fraternalmente amigos”. a palavra traduzida nesse versículo como fraternalmente se origina do termo grego philos, que denota o amor carinhoso de um amigo. Jônatas e Davi (1 Samuel 18:3-4).

1.4)        Misericórdia. “sede todos misericordiosos”. O termo grego usado em 1 Pedro 3:8 também pode ser traduzido como compassivos, e é usado nos Evangelhos para descrever Jesus (Mt 9:36).
·        Em nossa era cibernética e de alta tecnologia, é muito fácil permanecermos distante dos demais. Em um mundo veloz, não é difícil tornamo-nos emocionalmente secos e preocupados apenas  com nossos próprios compromissos.

1.5)        Humildade. “sede todos humildes”. A palavra humilde significa modesto ou despretensioso de espírito. Refere-se mais a uma atitude interna do que externa.
·        Uma pessoa verdadeiramente humilde procura oportunidades de doar-se aos outros, e não de reter; de liberar, em lugar de armazenar; de edificar, em lugar de destruir; de servir, em lugar de ser servido; de aprender com os outros, em lugar de lutar pela posição de ensino.

1.6)        Perdão. “Não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes benção por herança”.
·        PRIMEIRO: quando temos o verdadeiro perdão em nosso coração, nós nos recusamos a revidar ou a vingar-nos. SEGUNDO: evitamos responder com ofensas;  TERCEIRO: pagamos o mal com o bem, abençoando, e não insultando; QUARTO: conscientizamo-nos de que fomos chamados para suportar esse duro tratamento (1 Pe 2:20-21)

1.7)        Uma língua controlada.pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente”.

·        Mostre uma pessoa que aprendeu a evitar a fofoca, a não passar adiante informações confidenciais, bem como a evitar fazer comentários inverificáveis, e eu lhe mostrarei alguém que está progredindo na estrada rumo à maturidade. 

·        “há três coisas que não regressam: flecha lançada, a palavra falada e a oportunidade perdida. Uma vez pronunciada a palavra, não há maneira de fazê-la regressar. Nada é tão difícil de sufocar como um rumor; nada há tão difícil de cicatrizar como os efeitos de uma história maligna e ociosa”. 

·        A língua controlada é uma marca de maturidade, Salmo 141:3: “Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios”.

1.8)        Pureza e Paz. “aparte do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcança-la. Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males”. 

     Aparte-se do mal pratique o que é bom.
·        Busque a paz e empenhe-se.
·        Porque os olhos repousam sobre os justos.
·        Mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.