terça-feira, 28 de março de 2017

Abrindo os olhos dos cegos. – 2 Coríntios 4:1-7.



Introdução:


·        Em 1 Pedro 1:22, Pedro aduz: “Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos de coração, uns aos outros ardentemente”. Ou seja, visto que você nasceu de novo mediante a fé no evangelho, na esperança de uma vida de amor transformada, viva esta vida. Ame os outros.  E, Pedro continua: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente”.  Em outras palavras, a semente que Deus usa para criar a nova vida em corações mortos, incrédulos, é a semente da Palavra de Deus.

“Fostes regenerados... mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” , seguida pela explicação dada no versículo 25: “Esta é a palavra que vos foi evangelizada”. Deus produz o novo nascimento mediante o evangelho – as boas novas de que Deus enviou seu Filho ao mundo para viver uma vida perfeita, morrer por pecadores, receber sobre Si a ira de Deus, tirar a nossa culpa, oferecer o dom da justiça e dar alegria eterna em Cristo, por meio da fé somente, sem as obras da lei (Efesios 2.8-10). 


·        As pessoas nascem de novo depois de ouvir essas notícias, e jamais nascem de novo sem ouvi-las (Rm 10: 14-17). Então , quando perguntamos: o que devemos fazer para ajudar as pessoas a nascer de novo? A resposta bíblica é nítida: fale às pessoas as boas-novas, com um coração amoroso e uma vida dedicada a servir.

1)    Deus faz a Luz brilhar em Nosso Coração

·        2 Corintios 4.4 destaca a condição das pessoas que não tem a Cristo – “Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (Ef 2:2). As pessoas que não crêem em Cristo são cegas. O diabo é chamado por Paulo de “deus deste século”. A palavra grega aion – “século, era” – refere-se a toda aquela massa de pensamentos, opiniões, máximas, especulações, esperanças, objetivos a qualquer época no mundo.


·        O diabo não dorme, não tira férias, nem descansa. Ele age todos os dias buscando obstaculizar a obra da evangelização. Ele age não nas emoções, mas na mente. Ele cega não os olhos, mas o entendimento. Ele torna o evangelho ininteligível para os incrédulos e para aqueles que perecem.  Em nosso universo físico, o sol está sempre brilhando. Contudo, nem sempre nós o vemos brilhar. A razão disso é que algumas vezes, nuvens densas se interpõem entre nós e o sol. Assim ACONTECE COM O EVANGELHO. A luz do evangelho está sempre brilhando. Deus está sempre buscando resplandecer sua luz nos corações dos homens. Mas Satanás põe várias barreiras entre os incrédulos e Deus.


·        Portanto, é necessária uma obra de Deus na vida delas para abrir-lhes os olhos e dar-lhes vida, para que vejam e recebam Cristo como Salvador, Senhor e o Tesouro de sua vida. Essa obra de Deus é chamada o novo nascimento. Consideremos o versículo 6: “Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu a luz em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo”.  (João 1:12).

·        O que acontece no novo nascimento? Surge uma vida que não existia antes. Uma nova vida começa no momento do novo nascimento. Não se trata de uma atividade religiosa, de disciplina, trata-se, sobretudo, do surgimento de uma nova vida (João 3.1-3). 

  
2)    Deus Envia Você para abrir-lhes os Olhos.

·        2 Corintios 4:5 diz: “Não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus”. Essa proclamação é chamada NOSSO EVANGELHO no versículo 3: “mas, se o nosso evangelho  ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto”.

·        Assim, a nossa resposta à pergunta “o que devemos fazer para ajudar as pessoas a nascer de novo?” é: conte-lhes as boas novas de Cristo  com um coração amoroso e uma vida dedicada a servir.

·        Exemplificando: em Atos 26 descreve Paulo falando ao rei Agripa sobre a sua conversão e o seu chamado para o ministério. Paulo relatou o encontro espetacular com Cristo na estrada de Damasco. Depois, falou sobre a comissão que Cristo lhe deu (Atos 26:15-18). Jesus lhe disse: “Eu te envio, para lhes abrires os olhos”. Observe o que acompanha a missão: “convertê-los das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança, entre os que são santificados pela fé em mim”.



·        De acordo com 2 Coríntios 4, as pessoas são espiritualmente cegas enquanto Deus não lhes dá olhos para ver, ou seja, enquanto não as faz nascer de novo. Conforme Atos 26, Jesus disse: “Eu te envio,  para lhes abrires os olhos”.

·        Temos que orar: “Senhor, enche tua igreja com um desejo de abrir os olhos dos cegos. Enche-nos do desejo ardente de fazer o que Deus promete fazer por tornar-nos instrumentos para realizares o novo nascimento”.

3)    Alguns encorajamentos.

(3.1) Saiba disto: Deus Usa Vasos de barro. 



     Entendamos o contexto: No versículo 6, Paulo afirmou que o Deus que criou a luz no universo faz o mesmo tipo de coisa no coração de pecadores cegos como nós. Ele dá a “iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo”. No versículo 4, essa luz  foi chamada de “a luz do evangelho da glória de Cristo”.  Agora, no versículo 7 Paulo diz: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós”. 


        Temos “este tesouro”. Que tesouro? O “conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo” ou “a luz do evangelho da glória de Cristo”. Vasos de barro é uma referencia a nós, somos barro. Não somos ouro, o evangelho é ouro. Não somos prata, as boas novas de Cristo são prata. Não somos bronze, o poder de Cristo é bronze. (1 Co 3:5-7).

Paulo queria que compreendêssemos que, desde o mais sofisticado até ao mais mediano, somos todos vasos de barro no que diz respeito a possuir o evangelho e compartilhá-lo. O evangelho é tão valioso e tão poderoso, que é tolice pensar no seu recipiente como algo que lhe é comparável. O que Paulo falou  sobre si mesmo e Apolo, dois cristãos que mais produziram frutos no século 1? “Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De que modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1 Co 3.5-7).

Qual é o objetivo de ser um vaso de barro? “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência seja de Deus e não de nós”. O objetivo de Deus é que, mediante o evangelho, o seu próprio poder seja exaltado e não o nosso. Deus está procurando – um vaso de barro – alguém que compartilha o TESOURO do evangelho (1 Co 1.26-29)


3.2 ) Convide as pessoas à Igreja.

·        Em qualquer lugar, faça a pergunta "De que forma voce se converteu" e encontrará os seguintes resultados: 10% por causa de uma pregação; 2% por causa de um folheto; 3% porque leram a Bíblia sozinhos; 2% porque foram a igreja; 3% através do rádio ou da televisão, e 80% por causa de relacionamentos com amigos e familiares. A maior parte dos resultados é fruto do relacionamento e isto é a essência do discipulado.

3.3) Encha a Cidade com a Doutrina do Evangelho.

·        Atos 5:28: “Encheste Jerusalém de vossa doutrina”. Se todos os cristãos estivessem falando de Cristo, distribuindo literatura sobre Ele, mandando mensagens, convidando pessoas à ir à igreja e sendo generosas por amor a Ele, alguém poderia dizer: “Esses cristãos encheram a cidade com a doutrina deles”. 

3.4) Use seus Dons.

·        Todo o cristão deve ser um servo (Gl 5.13), mas alguns têm o dom de servir (Rm 12:7). Todo cristão deve ter um coração misericordioso (lc 6:36), mas alguns tem o dom de misericórdia (Rm 12:8). Todo o cristão deve falar aos outros sobre Cristo (1 Pedro 2:9), mas alguns tem o dom de profecia, de exortação e de ensino (Rm 12:7).

Conclusão: ORE POR OUSADIA (2 Ts 3.1; Cl 4:3; Efesios 6.18-19). Amém.



terça-feira, 21 de março de 2017

Missões em Atos dos apóstolos. Atos 1.8


Introdução:
O livro de Atos foi escrito por Lucas, antes de 70 d.C., provavelmente, da cidade de Roma. Lucas era médico (Cl 4.14) e acompanhou Paulo a partir da segunda viagem missionária. Em várias passagens aparece a expressão  “nós”  (“procuramos”, “correndo”, “estivemos”, “nos ouvia”; Atos 16.10-17; 20.5-16). E, Paulo testifica a amizade e o companheirismo de Lucas (Cl 4.14; 2 Tm 4.11; Fl 24). 

Lucas endereçou seu livro a Teófilo (Atos1.1,2). Quem foi Teófilo? Sabe-se pouco, mas provavelmente um alto funcionário do governo romano. O texto sugere que a obra narra dois estágios do único ministério de Jesus. Portanto, Atos é uma continuação dos atos e ensinos de Jesus, por meio dos apóstolos e da igreja. 


O objetivo do Livros de Atos é: prover a igreja de um registro histórico do seu início. Um relatório cuidadoso para trazer certeza quanto à fé. Um proposito evangelístico. E, oferecer um modelo de igreja para todas as demais igrejas no mundo.

1)    Dois propósitos em Atos.

 1.1)         O CRESCIMENTO DA IGREJA.
O primeiro proposito em Atos é relatar o crescimento da igreja em sua época. O período cronológico abrangido por Atos é de aproximadamente trinta anos. Vai da crucificação de Cristo (29 d.C.) até à prisão de Paulo, em Roma (60 d.C.). O crescimento da igreja em trinta anos foi algo fenomenal, levando-se em consideração que os cristãos não dispunham de recursos que temos hoje: meios de transporte (carro e avião) e veículos de comunicação (rádio, televisão, internet, impressos).

Crescimento Geográfico:  

o crescimento geográfico é a expansão do evangelho a partir da igreja local, de forma simultânea, até os confins da terra: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, TANTO EM JERUSALÉM, como em toda JUDÉIA e SAMARIA, até os CONFINS DA TERRA”.
Primeiro, o evangelho se propaga por toda Judéia – capítulos 1-7. Segundo, o evangelho se propaga por Samaria e regiões vizinhas – capítulos 8-12. Terceiro, o evangelho se propaga a terras distantes – capítulos 13-28. Em síntese: MISSÕES LOCAIS, MISSÕES REGIONAIS E MISSÕES INTERNACIONAIS.  Toda igreja deve ter a visão de crescer geograficamente financiando missões, plantando igrejas, sustentando missionários em diversas regiões. 

Crescimento Numérico: o crescimento numérico é o aumento natural de pessoas convertidas pelo Espírito Santo e acrescentadas à igreja. Lucas não esconde o fato de que a igreja crescia numericamente, por isso ele fez seis resumos em Atos: 



·        Atos 1.1 – 6.7. Nos fala do crescimento da igreja de Jerusalém e finaliza com um resumo: “Crescia a palavra de Deus e, em Jerusalém, se multiplicava o número de discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé”.

·        Atos 6.8 -9.31. Descreve a divulgação do cristianismo através da Palestina e o martírio de Estevão, que foi seguido pela pregação em Samaria. Finaliza com o resumo: A igreja, na verdade, tinha paz por toda Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número.  DUAS RAZÕES SÃO APONTADAS PARA ESSE AUMENTO: os crentes viviam no temor do Senhor e experimentavam o conforto do Espírito Santo.

·        Atos 9.32 – 12.24. Inclui a conversão de Paulo, a Igreja de Antioquia e a aceitação de Cornélio. O resumo é: “Entretanto, a Palavra do Senhor crescia e multiplicava”.

·        Atos 12.25 – 16.5. Fala da propagação na Ásia Menor e da pregação pela Galácia. Finaliza: “Assim, as igrejas eram fortalecidas na fé e aumentavam em número dia-a-dia”.

·        Atos 16.6 – 19.20. Relata a expansão da Igreja na Europa e nas cidades grandes como CORINTO e ÉFESO. “ Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente”.  

·        Atos 19.21 – 28.31. Nos fala da chegada de Paulo a Roma  e de sua prisão ali. Termina com uma descrição de Paulo: Pregando o reino de Deus, e, com toda intrepidez, sem impedimento algum, ensinava coisas referentes ao Senhor Jesus Cristo.  

O QUE COMEÇARA COM TRINTA ANOS ANTES EM JERUSALÉM TERMINA EM ROMA, NUMA CASA ALUGADA. COM TODA INTREPIDEZ E SEM IMPEDIMENTO, O REINO DE DEUS ESTÁ SENDO PREGADO E PRODUZINDO FRUTOS. ENTÃO, A IGREJA CRESCE NATURALMENTE QUANDO ELA OBEDECE À GRANDE COMISSÃO.

Crescimento Espiritual: o crescimento espiritual refere-se ao desenvolvimento na fé ou na maturidade no conhecimento de Deus. “Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas. E perseveraram na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações (Atos 2.41,42)”.  A primeira evidência de conversão mencionada por Lucas é que os novos convertidos PERSEVERAVAM na doutrina dos apóstolos. Eles queriam aprender a sã doutrina ministrada pelos apóstolos.


“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apostolos davam testemunho da ressureição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça” (Atos 4.32,33). MULTIDÕES CRIAM E TODOS ESTAVAM UNIDOS DE CORAÇÃO.

“A igreja, na verdade, tinha paz por toda Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número (Atos 9.31)”. 
A evangelização era feita com a exposição simples e objetiva da Bíblia. As pessoas se convertiam pela instrumentalidade da Palavra. “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra  com toda avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim. Com isso, muitos deles creram, mulheres gregas de alta posição e não pouco homens (Atos 17.11,12)”.
Paulo diz aos presbíteros de Èfeso: “Jamais deixando de vos anunciar coisa alguma proveitosa e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa” (Atos 20.20). O que ele ensinava? “Portanto, eu vos protesto, no dia de hoje, que estou limpo do sangue de todos; porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus (Atos 20.26,27)”.

Crescimento Verdadeiro.  

O crescimento verdadeiro é aquele que acontece por meio de conversões sinceras. Lucas registra: “Louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos (Atos 2.47)”. OBSERVE TRES LIÇÕES IMPORTANTES NESTE VERSO:

·        Era Deus quem acrescentava ou quem produzia o crescimento da igreja.

·        O crescimento era genuíno, pois ele acrescentava os que de fato eram convertidos. ANTES DE ACRESCENTAR À IGREJA, DEUS SALVAVA O PECADOR.

·        O crescimento era diário (dia a dia) e de forma contínua.

O que é conversão? A conversão significava um rompimento total coma idolatria e o paganismo: “Muitos do que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras. Também muitos  dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinquenta mil denários.  Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente (Atos 19.18-20)”.

CRESCIMENTO RÁPIDO
Atos 1.15: 120 pessoas:  “E naqueles dias, levantando-se Pedro no meio dos discípulos (ora a multidão junta era de quase cento e vinte pessoas) disse”.

Atos 2.41: Quase 3.000 pessoas.  “De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas”.

Atos 4.4: Quase 5.000 pessoas. “Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil”.

Atos 4. 32: Multidão dos que creram: “E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns”.

Atos 5.14: Multidão de crentes.  E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais”.

Atos 6.1: Multiplicação de discípulos. “Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano”.

Atos 8.6 – Multidões atendiam: “E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia”.

Atos 11.21 e 24 – Muitos se uniram ao Senhor. “A mão do Senhor estava com eles, e muitos, crendo, se converteram ao Senhor. Porque era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor”.

Atos 14.1 – Grande multidão de judeus e gregos. “Em Icônio, Paulo e Barnabé entraram juntos na sinagoga judaica e falaram de tal modo, que veio a crer grande multidão, tanto de judeus como de gregos”.

Atos 17.4 e 12 – Numerosa Multidão. “Alguns deles foram persuadidos e unidos a Paulo e Silas, bem como numerosa multidão de gregos piedosos e muitas distintas mulheres. Com isso, muitos deles creram, mulheres gregas de alta posição e não poucos homens”.

Conclusão:
Toda igreja deve: CRESCER GEOGRAFICAMENTE; CRESCER NUMERICAMENTE, CRESCER ESPIRITUALMENTE, CRESCER VERDADEIRAMENTE, CRESCER RAPIDAMENTE.




                                                                                          


segunda-feira, 20 de março de 2017

ASSOCIAÇÃO DE PEDIATRIA DOS EUA DECLARA-SE FORMALMENTE CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO.
Condicionar as crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável é abuso infantil.


Uma das associações médicas de pediatria mais influentes dos Estados Unidos publicou uma dura nota contra a teoria de gênero – também chamada de ideologia de gênero – como fundamento de políticas públicas. A declaração do American College of Pediatricians alerta educadores e parlamentares para que rejeitem qualquer medida que condicione as crianças a aceitarem como normal “uma vida que personifique química e cirurgicamente o sexo oposto”. A nota do grupo médico afirma, enfaticamente que “os fatos, não a ideologia, é que determinam a realidade”.
Leia uma tradução da íntegra da associação:
1 – A sexualidade humana é uma característica biológica binária objetiva: “XY” e “XX” são marcadores genéticos saudáveis – e não marcadores genéticos de uma desordem. A norma da concepção humana é ser masculino ou feminino. A sexualidade humana é planejadamente binária com o propósito óbvio da reprodução e da prosperidade da nossa espécie. Esse princípio é autoevidente. As desordens extremamente raras no desenvolvimento sexual, que incluem, entre outras, a feminização testicular e a hiperplasia adrenal congênita, são todas desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são com razão reconhecidas como desordens da formação humana. Indivíduos que as portam não constituem um terceiro sexo.
 Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. O gênero (uma consciência e um senso de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, e não biologicamente objetivo. Ninguém nasce com a consciência de si como homem ou mulher: essa consciência se desenvolve com o tempo e, como todo processo de desenvolvimento, pode ser prejudicada por percepções subjetivas da criança, relacionamentos e experiências adversas desde a infância. Pessoas que se identificam como “se sentissem do sexo oposto” ou “nem masculinas nem femininas, algo entre os dois” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem, biologicamente, homens e mulheres.
3 – A crença de uma pessoa de ser algo que ela não é, na melhor das hipóteses, é um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado dessa forma. Essas crianças sofrem de disforia de gênero, formalmente conhecida como transtorno de identidade de gênero, uma desordem mental reconhecida na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico da American Psychiatric Association. A psicodinâmica e as teorias de aprendizagem social dessa desordem nunca foram refutadas.
4 – A puberdade não é uma doença e a injeção de hormônios bloqueadores da puberdade pode ser perigosa. Reversíveis ou não, hormônios bloqueadores de puberdade induzem um estado de enfermidade – a ausência de puberdade – e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança anteriormente saudável biologicamente.
5 – Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico, 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com seu gênero aceitam o seu sexo biológico naturalmente ao passar pela puberdade.
6 – Crianças que usam bloqueadores de puberdade para personificar o sexo oposto precisarão de hormônios do sexo oposto no final da adolescência. Esses hormônios estão associados com graves riscos para a saúde, incluindo pressão alta, coágulos sanguíneos, AVC e câncer, mas não se limitando a isso.
7 – As taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e passam por cirurgias de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que é um dos países de maior ação afirmativa LGBQT. Que pessoa razoável e compassiva condenaria crianças a esse destino, sabendo que depois da puberdade 88% das meninas e 98% dos meninos aceitarão o seu sexo real e terão saúde física e mental?
8 – Condicionar as crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável é abuso infantil. Apoiar a discordância de gênero como normal através da educação pública e de políticas legais confundirá as crianças e os pais, levando mais crianças a procurar “clínicas de gênero”, onde tomarão drogas bloqueadoras da puberdade. Por sua vez, isso garantirá que elas “escolherão” uma vida toda de hormônios cancerígenos e tóxicos e provavelmente considerarão passar por uma mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo ao chegar à vida adulta.
O texto original encontra-se aqui.
Com informações do Portal Sempre Família
Revisão e adaptação Púlpito Cristã


terça-feira, 14 de março de 2017

Evódia e Síntique: costurando relacionamentos. Fl 4:1-3



Introdução: Em uma parábola intitulada “Uma noiva Briguenta”, o autor pintou uma cena vívida, ao descrever um movimento de suspense em uma cerimônia de casamento. Bem na frente está o noivo em um terno impecável – simpático, sorridente, sapatos brilhantes, nenhum fio de cabelo fora do lugar e esperando ansiosamente pela presença de sua noiva. O momento mágico finalmente chega, quando a música do órgão toca a marcha nupcial. Todos se levantam e olham na direção da porta da entrada, para darem a primeira olhada na noiva. Subitamente, há um ENTALO na garganta. O grupo reunido para o casamento fica chocado. O noivo olha em embaraçada descrença. Em lugar de uma mulher bonita, vestida em branco elegante, sorrindo por destras de seu véu, a noiva entra manquejando pelo corredor. Seu vestido está amassado e rasgado. Suas pernas parecem distorcidas. Golpes feios e contusões cobrem seus braços nus. Seu nariz está sangrando, um olho está roxo e inchado, e seus cabelos estão bagunçados. Olha o que o apostolo Paulo escreveu sobre a noiva de Cristo (Ef 5.25-27).

Pode você imaginar com que se pareceria uma fotografia de casamento se Cristo reivindicasse hoje a sua noiva?  

1)    Analisando as causas e extensões dos conflitos (Tg 4.1-3).

De onde vêm as lutas e as brigas entre vocês? Elas vêm dos maus desejos que estão sempre lutando dentro de vocês. Vocês querem muitas coisas; mas, como não podem tê-las, estão prontos até para matar a fim de consegui-las. Vocês as desejam ardentemente; mas, como não conseguem possuí-las, brigam e lutam. Não conseguem o que querem porque não pedem a Deus. E, quando pedem, não recebem porque os seus motivos são maus. Vocês pedem coisas a fim de usá-las para os seus próprios prazeres”. 








Os termos usados são extremamentes descritivos: “guerras e contendas”.  O primeiro termo – guerra – transmite a cena de hostilidades generalizadas e sangrenta entre partidos que se digladiam.  O segundo termo “contendas” representa desentendimentos secundários, batalhas locais e limitadas, até mesmo estado crônico de desarmonia.

De onde vêm todas as guerras e conflitos que assolam o mundo? Vocês acham que acontecem sem razão? Raciocinem. As guerras acontecem porque vocês exigem: “é do meu jeito, ou nada feito”. E para terem o que querem lutam com unhas e dentes. Vocês desejam o que não tem e são capazes de matar para consegui-lo. Invejam o que é dos outros e chegam apelar para o violência”. A mensagem – Eugene Petersen.

Pequenas batalhas pessoais ... argumentos, lutas pelo poder, invejas, comentário sem amor e até brigas judiciais MACULAM o corpo de Cristo.

POR QUÊ BRIGAMOS?

Tiago aponta para “a razão” dessas brigas, ao referir-se à questão. Sua resposta pode ser estranha: “De onde, senão  dos prazeres que militam na vossa carne”. PRAZERES no grego é HEDONISMO! Essa palavra indica o desejo de obter o que a pessoa não tem, o que inclui a idéia de satisfazer-se ... a paixão de obter o que a pessoa deseja. Tais prazeres levam-nos a declarar “guerra” – no grego- é estratégia. Ou seja, nosso desejo de obter aquilo que queremos impulsiona-nos a estrategizar: por em movimento um plano que resulte  que eu obtenha a minha maneira. 

“Os piores pecados são puramente espirituais e também dão prazer: provar que o outro está errado, desempenhar o papel de mandão, de protetor arrogante, de desmancha-prazeres ou de linguarudo. Pois há duas coisas dentro de nós que competem com o nosso eu, às quais temos de tentar superar: são o EU ANIMAL e o EU DIABÓLICO. O eu diabólico é o pior dos dois”. C.S. Lewis. 



2)    A igreja de Filipos. 



2.1) Um princípio primário.
“Portanto, meus irmãos, amados e mui saudosos, minha alegria e coroa, sim, amados, permanecei deste modo, firmes no Senhor” (Ef 4.1).

Ou, “estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica” (Fl 1.27).

Outrossim, “Permanecei firmes na fé” (1 Co 16.13); “Permanecei, pois, firmes” (Gl 5.,1); “Porque agora vivemos, se é que estejais firmados no Senhor” (1 Ts 3.8); “Assim, pois, irmãos, permanecei firmes” (2 Ts 2.15).

Por quê Paulo pôs tanta ênfase sobre a necessidade de permanecer firme no Senhor? PERMANECER FIRME NO SENHOR ANTECEDE RELACIONAR-SE BEM COM A FAMILIA. AQUELES QUE ESTÃO DEDICADOS A ESSE PRINCIPIO TERÃO POUCA DIFICULDADE EM SE RELACIONAR COM OS MEMBROS DO CORPO DE CRISTO.

2.2) Evódia e Síntique. 


Evódia – evodomai – significa “ir bem”, “prosperar”, “fazer uma boa jornada. Síntique – nome grego – significa “afortunada”. Eram duas mulheres da igreja em Filipos, eram conhecidas pela forte personalidade.

Elas não são mencionadas em nenhuma outra parte das escrituras.

Os detalhes específicos de sua disputa não foram explicados.

O conselho de Paulo foi exortá-las à harmonia: “Rogo...rogo”.

Paulo apelou para a consciência delas... para os seus corações.

Ao repetir o verbo (“rogo... rogo”), Paulo deixa a impressão que havia falta de ambos os lados. Quando a desarmonia surge entre duas pessoas, há uma certa medida de falha de ambos os lados. A estrada que leva à quebra de harmonia nunca é uma rua de uma só direção.

“Pensem concordemente no Senhor”. Ou seja, é importante que ambos os lados larguem seu rancor e declarem seu perdão, adotando a mesma atitude que o seu Senhor, quando Ele, amorosamente, veio do céu à terra ser nosso Salvador. Somente então será renovada a harmonia.

Tudo o que sabemos a respeito dessas duas mulheres é: Elas brigaram. Através dos séculos, a única resposta que tem podido ser dada a pergunta “Quem eram Evódia e Síntique”? tem sido “Elas eram mulheres de Filipos que viviam em desarmonia. UMA PERGUNTA: Se sua vida fosse resumida em uma única frase, qual seria essa frase?

Conclusão:  
ocasionalmente, uma disputa é tão profunda e de longa duração que se faz necessário alguém que se interponha entre as partes em conflito, em busca da restauração. Esse foi o pedido que Paulo fez aqui:

E a você, meu fiel companheiro de trabalho, peço que ajude essas duas irmãs. Pois elas, junto com Clemente e todos os outros meus companheiros, trabalharam muito para espalhar o evangelho. Os nomes deles estão no Livro da Vida , que pertence a Deus. Fl 4.3


terça-feira, 7 de março de 2017

Sete marcas de uma igreja ideal – Ap 1.1-11.


Introdução: O capítulo 1 de apocalipse nos apresenta Jesus, o ressurreto (Ap. 1.12-17). Já, no capítulo 2 temos as igrejas da sete igrejas da Asia Menor.  Nota-se de imediato que todas as sete cartas às sete igrejas tem estrutura idêntica.

Primeiro, vem um anúncio do destinatário e do autor da carta. O destinatário é o “anjo” de cada igreja. O autor é, Cristo, mas ele se descreve de diferentes maneiras em cada carta, tomando uma ou duas frases adequadas da visão de abertura. Por exemplo, ele escreve a Esmirna (Ap. 2.8): “Estas são as palavras daquele que é o Primeiro e o Último, que morreu e tornou a viver...”

Segundo, vem uma afirmação que começa em cada caso com a palavra conheço. Cristo conhece intimamente sua igreja, pois aquele “cujos olhos são como chama de fogo” (Ap 2.18)”, “aquele que sonda mentes e corações” (2.23) e “anda entre os sete candelabros de ouro” (2.1). Quando inspeciona e supervisiona suas igrejas, conhece tudo a respeito delas, diferente em cada caso: “conheço as suas obras”, diz cinco vezes, mas então faz afirmações como: “conheço o seu trabalho árduo e a sua perseverança”; “conheço as suas aflições e a sua pobreza”; “sei onde você vive”; “conheço o seu amor, a sua fé, o seu serviço”; conheço a sua fama”; “conheço as suas oportunidades”; conheço a sua complacência”. 



Terceiro, Cristo envia a cada igreja uma mensagem adaptada a sua situação, pois cada uma é digna de louvor e de censura, recebendo elogios ou criticas, conforme o caso. A maioria recebe um chamado ao arrependimento e, como ele, um alerta e uma exortação.

Quarto, cada carta conclui com UMA PROMESSA para os cristãos vencedores. Éfeso: arvore da vida; Esmirna: coroa da vida; Pérgamo: pedra branca; Tiatira: estrela da manhã;  Sardes: vestes brancas; Filadélfia: coluna do templo; Laodicéia: comer e reinar com Cristo.

1)    Amor. 

Essa é a primeira marca de uma igreja ideal. A igreja de Éfeso possuía muitas qualidades: trabalho árduo,   perseverança, intolerância ao mal e discernimento teológico. Mas, “você abandonou o primeiro amor” (2.4). Não há dúvida de que na época da conversão o amor deles por Cristo havia sido ardente e vivo, mas agora as chamas haviam definhado (Jr 2.2).  Jesus termina dizendo: “Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no principio” (2.5). Sem amor tudo é nada!

2)    Sofrimento. 

A disposição de sofrer por Cristo prova a genuinidade de nosso amor por ele. Cristo conhecia as aflições, a pobreza e injuria que a igreja de Esmirna estava tendo de enfrentar. Esmirna orgulhava-se de seu Templo em homenagem ao Imperador Tibério. De tempos em tempos, os cidadãos eram convocados para jogar incenso no fogo que queimava  diante do busto do Imperador e confessar que César era o senhor.

No ano de 156 d.C., o venerável Policarpo era pastor de Esmirna. Ele enfrentou esse mesmo dilema. No anfiteatro lotado, o governador obrigou-o a reverenciar o gênio de César e insultar Cristo, mas Policarpo recusou-se, dizendo: “Por oitenta e seis anos o tenho servido, e ele nenhum dano me causou; como então poderia eu blasfemar meu rei que me salvou?” Ele preferiu ser queimado numa estaca a negar a Cristo (Ap 2.10).

3)    Verdade.

A igreja de Pérgamo era dedicada à verdade. Assim, Jesus se apresenta como aquele que tem uma espada afiada de dois gumes saindo da boca, simbolizando sua palavra. Ele descreve a igreja de Pérgamo vivendo “onde está o trono de Satanás”, pois Pérgamo era um centro de culto pagão. Apesar da oposição e até do martírio de Antipas, a igreja permanecera leal ao nome de Cristo e não havia renunciado a fé nele.

4)    Santidade. 

Jesus inicia elogiando a igreja de Tiatira, pois conhece o amor, a fé, o serviço e a perseverança deles. Essas são quatro virtudes superiores e incluem a tríade de fé, esperança e amor. MAS,  a igreja tolerava uma pretensa profetisa maligna, simbolicamente chamada Jezabel por causa da esposa perversa de Acabe, que estava desviando servos de Cristo, levando-os à imoralidade sexual bem como à idolatria. Cristo lhe havia dado tempo para se arrepender, mas ela não se dispunha a tanto, de modo que o julgamento recairia sobre ela  (1 Pe 1.16).

5)    Sinceridade.  

A carta de Cristo a Sardes é a única que não contém nenhum elogio de nenhuma espécie. Antes, ele reclama: “VOCE TEM FAMA DE ESTAR VIVO, MAS ESTÁ MORTO”. Ela apresentava todo sinal de vida e vigor. Mas a reputação era falsa.

As Escrituras tem muito a dizer sobre a diferença entre a reputação e realidade, entre aquilo que os seres humanos veem e o que Deus vê (1 Samuel 16.7). SER OBCECADO PELA APARENCIA E REPUTAÇÃO LEVA NATURALMENTE À HIPOCRISIA (QUE JESUS ODIAVA) e nos ensina que a sinceridade caracteriza uma igreja viva e verdadeira.

6)    Missão. 

Ao escrever para Filadélfia, Jesus descreve-se como alguém que detém a chave de Davi com que era capaz de abrir portas fechadas e fechar portas abertas. Assim, ele podia dizer à igreja de Filadélfia: “Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar (3.8)”. O significa mais provável é que se trata da porta da oportunidade, como quando Paulo escreveu que em Éfeso “se abriu para mim uma porta ampla e promissora” (1 Co 16.9).

A cidade de Filadélfia estava situada num vale amplo e fértil que dominava rotas mercantis em todas as direções. Assim, Filadélfia era uma cidade missionária desde o inicio.

7)    Integridade. 

Não pode haver dúvidas acerca da mensagem de Cristo à igreja de Laodicéia: ele quer que sua igreja seja caracterizada pela INTEGRIDADE. Ele é muito franco. Cristo prefere que seus discípulos seja ou quentes em sua devoção a ele ou gelados em sua hostilidade, e não mornos em sua indiferença. Ele considera a mornidão nauseante.

O adjetivo “laodiceno” entrou no vocabulário para denotar pessoas mornas quanto à religião. Laodicéia parece  representar uma igreja que por fora é respeitável, mas superficial por dentro, uma das igrejas puramente nominais com que estamos familiarizados.

Conclusão: Quando a metáfora (Laodicéia) muda para mendigos nus e cegos, começamos a perguntar se os membros de Laodicéia eram de algum modo cristãos genuínos. Então ela muda de novo para a de uma casa vazia. Cristo coloca-se à porta, bate, fala e espera. Se abrirmos a porta, ele entra, não só para comer conosco, mas para tomar posse da nossa vida.